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143. Por que todos os Espíritos não definem do mesmo modo a alma? “Os Espíritos não se acham todos esclarecidos igualmente sobre estes assuntos. Há Espíritos de inteligência ainda limitada, que não compreendem as coisa abstratas. São como as crianças entre vós. Também há Espíritos pseudo-sábios, que fazem alarde de palavras, para se imporem, ainda como sucede entre vós. Depois, os próprios Espíritos esclarecidos podem exprimir-se em termos diferentes, cujo valor, entretanto, é, substancialmente, o mesmo, sobretudo quando se trata de coisas que a vossa linguagem se mostra impotente para traduzir com clareza. Recorrem então a figuras, a comparações, que tomais como realidade.”

  143.  Por que todos os Espíritos não definem do mesmo modo a alma? “Os Espíritos não se acham todos esclarecidos igualmente sobre estes assuntos. Há Espíritos de inteligência ainda limitada, que não compreendem as coisa abstratas. São como as crianças entre vós. Também há Espíritos pseudo-sábios, que fazem alarde de palavras, para se imporem, ainda como sucede entre vós. Depois, os próprios Espíritos esclarecidos podem exprimir-se em termos diferentes, cujo valor, entretanto, é, substancialmente, o mesmo, sobretudo quando se trata de coisas que a vossa linguagem se mostra impotente para traduzir com clareza. Recorrem então a figuras, a comparações, que tomais como realidade.”

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142. Que dizeis dessa outra teoria segundo a qual a alma, numa criança, se vai completando a cada período da vida? “O Espírito é uno e está completo na criança, como no adulto. Os órgãos, ou instrumentos das manifestações da alma, é que se desenvolvem e completam. Ainda aí tomam o efeito pela causa.”

141. Há alguma coisa de verdadeiro na opinião dos que pretendem que a alma é exterior ao corpo e o circunvolve? “A alma não se acha encerrada no corpo, qual pássaro numa gaiola. Irradia e se manifesta exteriormente, como a luz através de um globo de vidro, ou como o som em torno de um centro de sonoridade. Neste sentido se pode dizer que ela é exterior, sem que por isso constitua o envoltório do corpo. A alma tem dois envoltórios. Um, sutil e leve: é o primeiro, ao qual chamas perispírito; outro, grosseiro, material e pesado, o corpo. A alma é o centro de todos esses envoltórios, como o gérmen em um caroço, já o temos dito.”

140. Que se deve pensar da teoria da alma subdividida em tantas partes quantos são os músculos e presidindo assim a cada uma das funções do corpo? “Ainda isto depende do sentido que se empreste à palavra alma. Se se entende por alma o fluido vital, essa teoria tem razão de ser; se se entende por alma o Espírito encarnado, é errônea. Já dissemos que o Espírito é indivisível. Ele imprime movimento aos órgãos, servindo-se do fluido intermediário, sem que para isso se divida.”

139. Alguns Espíritos e, antes deles, alguns filósofos definiram a alma como sendo “uma centelha anímica emanada do grande Todo”. Por que essa contradição? “Não há contradição. Isso depende da acepção das palavras. Por que não tendes uma palavra para cada coisa?”

138. Que se deve pensar da opinião dos que consideram a alma o princípio da vida material? “É uma questão de palavras, com que nada temos. Começai por vos entenderdes mutuamente.”

137. Um Espírito pode encarnar a um tempo em dois corpos diferentes? “Não, o Espírito é indivisível e não pode animar simultaneamente dois seres distintos.” (Ver, em O Livro dos Médiuns, o capítulo VII, “Da bicorporeidade e da transfiguração.”)

136. A alma independe do princípio vital? “O corpo não é mais do que envoltório, repetimo-lo constantemente.”

135. Há no homem alguma outra coisa além da alma e do corpo? “Há o laço que liga a alma ao corpo.” a) – De que natureza é esse laço? “Semimaterial, isto é, de natureza intermédia entre o Espírito e o corpo. É preciso que seja assim para que os dois se possam comunicar um com o outro. Por meio desse laço é que o Espírito atua sobre a matéria e reciprocamente.”

134. Que é a alma? “Um Espírito encarnado.”

O Livro dos Espíritos > Conclusão > IX