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12. Embora não possamos compreender a natureza íntima de Deus, podemos formar ideia de algumas de suas perfeições? “De algumas, sim. O homem as compreende melhor à proporção que se eleva acima da matéria. Entrevê-as pelo pensamento.”

  12. Embora não possamos compreender a natureza íntima de Deus, podemos formar ideia de algumas de suas perfeições? “De algumas, sim. O homem as compreende melhor à proporção que se eleva acima da matéria. Entrevê-as pelo pensamento.”

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11. Será dado um dia ao homem compreender o mistério da Divindade? “Quando não mais tiver o espírito obscurecido pela matéria e, pela sua perfeição, se houver aproximado de Deus, ele o verá e compreenderá.”

10. Pode o homem compreender a natureza íntima de Deus? “Não; falta-lhe para isso um sentido.”

8. Que se deve pensar da opinião dos que atribuem a formação primária a uma combinação fortuita da matéria, ou, por outra, ao acaso? “Outro absurdo! Que homem de bom-senso pode considerar o acaso um ser inteligente? Além disso, que é o acaso? Nada.” A harmonia que regula o mecanismo do universo patenteia combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso.

7. Poder-se-ia achar nas propriedades íntimas da matéria a causa primária da formação das coisas? “Mas, então, qual seria a causa dessas propriedades? É indispensável sempre uma causa primária.” Atribuir a formação primária das coisas às propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa, porquanto essas propriedades são, também elas, um efeito que há de ter uma causa.

5. Que consequência se pode tirar do sentimento intuitivo que todos os homens trazem em si da existência de Deus? “A de que Deus existe; pois, donde lhes viria esse sentimento, se não tivesse uma base? É ainda uma consequência do princípio de que não há efeito sem causa.”

4. Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? “Num axioma que aplicais às vossas ciências: Não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá.”

3. Poder-se-ia dizer que Deus é o infinito? “Definição incompleta. Pobreza da linguagem dos homens, insuficiente para definir o que está acima de sua inteligência.” Deus é infinito em suas perfeições, mas o infinito é uma abstração. Dizer que Deus é o infinito é tomar o atributo de uma coisa pela coisa mesma, é definir uma coisa que não é conhecida por uma outra que não o é mais do que a primeira.

2. Que se deve entender por infinito? “O que não tem começo nem fim; o desconhecido; tudo que é desconhecido é infinito.”

1. Que é Deus? “Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas” *

702. É lei da natureza o instinto de conservação? “Sem dúvida. Todos os seres vivos o possuem, qualquer que seja o grau de sua inteligência. Nuns, é puramente maquinal, raciocinado em outros.”