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Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1867 > Novembro > Impressões de um médium inconsciente a propósito do romance do futuro …na catalepsia, na letargia, na dupla vista, no êxtase. O… Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1865 > Dezembro > Os romances espíritas Os romances espíritas Por Théophile Gautier - A dupla vista por…

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Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Novembro > Dissertações espíritas > A nova torre de Babel

  Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Novembro > Dissertações espíritas > A nova  torre  de  Babel

O Livro dos Espíritos > Parte terceira — Das leis morais > Capítulo XI — 10. Lei de justiça, de amor e de caridade > Justiça e direito natural. > 873

    O Livro dos Espíritos > Parte terceira — Das leis morais > Capítulo XI — 10. Lei de justiça, de amor e de caridade > Justiça e direito natural. > 873

Diferenças:

Racismo = preconceito racial.  Racialismo = estudo de supostas diferenças entre etnias humanas.  Não há estudos que comprovem se há ou não alguma diferença cognitiva significativa entre etnias humanas, nem que não há. No sentido de algo definitivo. Os estudos que apontavam diferenças são apresentados hoje como fruto das diferenças de culturas ou diferentes tipos de inteligência, ou diferenças na qualidade da educação local. O que antes era apresentado como tendo causa biológica. A verdade é que não há conclusão e qualquer tentativa de replicar tais estudos do passado seria apenas inviável hoje mais por questões políticas que metodológicas, excluindo variáveis culturais na metodologia de pesquisa.  Pesquisas envolvendo QI hoje em dia, mesmo entre uma mesma população étnica, já são apontados como errados, mesmo com  PCDs, pois de acordo com as novas perspectivas haveriam diferentes tipos de inteligência. Exemplo: inteligência social, matemática, etc.  De qualquer ...

Diferenças:

Frenologia = estudo do crânio humano no século 19. Racismo = termo inexistente na época de Kardec.  Eugenia = ainda não existia na época de Kardec. Seleção artificial da genética humana. Só começou a existir depois das descobertas da genética. Eugenia na europa era anti miscigenação. Kardec era pró miscigenação. Higienismo = suposta preocupação com a saúde pública. Também não era um termo da época e do contexto de Kardec. Vide: raça, etnias, etc.

79. Pois que há dois elementos gerais no universo: o elemento inteligente e o elemento material, poder-se-á dizer que os Espíritos são formados do elemento inteligente, como os corpos inertes o são do elemento material? “Evidentemente. Os Espíritos são a individualização do princípio inteligente, como os corpos são a individualização do princípio material. A época e o modo por que essa formação se operou é que são desconhecidos.”

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  79. Pois que há dois elementos gerais no universo: o elemento inteligente e o elemento material, poder-se-á dizer que os Espíritos são formados do elemento inteligente, como os corpos inertes o são do elemento material? “Evidentemente. Os Espíritos são a individualização do princípio inteligente, como os corpos são a individualização do princípio material. A época e o modo por que essa formação se operou é que são desconhecidos.”

78. Os Espíritos tiveram princípio, ou existem, como Deus, de toda a eternidade? “Se não tivessem tido princípio, seriam iguais a Deus, quando, ao invés, são criação sua e se acham submetidos à sua vontade. Deus existe de toda a eternidade, é incontestável. Quanto, porém, ao modo pelo qual nos criou e em que momento o fez, nada sabemos. Podes dizer que não tivemos princípio, se quiseres com isso significar que, sendo eterno, Deus há de ter sempre criado ininterruptamente. Mas, quando e como cada um de nós foi feito, repito-te, nenhum o sabe: aí é que está o mistério.”

  78. Os Espíritos tiveram princípio, ou existem, como Deus, de toda a eternidade? “Se não tivessem tido princípio, seriam iguais a Deus, quando, ao invés, são criação sua e se acham submetidos à sua vontade. Deus existe de toda a eternidade, é incontestável. Quanto, porém, ao modo pelo qual nos criou e em que momento o fez, nada sabemos. Podes dizer que não tivemos princípio, se quiseres com isso significar que, sendo eterno, Deus há de ter sempre criado ininterruptamente. Mas, quando e como cada um de nós foi feito, repito-te, nenhum o sabe: aí é que está o mistério.”

77. Os Espíritos são seres distintos da Divindade, ou serão simples emanações ou porções desta e, por isto, denominados filhos de Deus? “Meu Deus! São obra de Deus, exatamente qual a máquina o é do homem que a fabrica. A máquina é obra do homem, não é o próprio homem. Sabes que, quando faz alguma coisa bela, útil, o homem lhe chama sua filha, criação sua. Pois bem, o mesmo se dá com relação a Deus: somos seus filhos, pois que somos obra sua.”

  77. Os Espíritos são seres distintos da Divindade, ou serão simples emanações ou porções desta e, por isto, denominados  filhos de Deus? “Meu Deus! São obra de Deus, exatamente qual a máquina o é do homem que a fabrica. A máquina é obra do homem, não é o próprio homem. Sabes que, quando faz alguma coisa bela, útil, o homem lhe chama sua filha, criação sua. Pois bem, o mesmo se dá com relação a Deus: somos seus filhos, pois que somos obra sua.”

76. Que definição se pode dar dos Espíritos? “Pode dizer-se que os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Povoam o universo, fora o mundo material.”

  76. Que definição se pode dar dos Espíritos? “Pode dizer-se que os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Povoam o universo, fora o mundo material.”

HP:

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964. Mas será necessário que Deus atente em cada um dos nossos atos, para nos recompensar ou punir? Esses atos não são, na sua maioria, insignificantes para ele? “Deus tem suas leis a regerem todas as vossas ações. Se as violais, vossa é a culpa. Indubitavelmente, quando um homem comete um excesso qualquer, Deus não profere contra ele um julgamento, dizendo-lhe, por exemplo: Foste guloso, vou punir-te. Ele traçou um limite; as enfermidades e muitas vezes a morte são a consequência dos excessos. Eis aí a punição; é o resultado da infração da lei. Assim em tudo.”

  964.  Mas será necessário que Deus atente em cada um dos nossos atos, para nos recompensar ou punir? Esses atos não são, na sua maioria, insignificantes para ele? “Deus tem suas leis a regerem todas as vossas ações. Se as violais, vossa é a culpa. Indubitavelmente, quando um homem comete um excesso qualquer, Deus não profere contra ele um julgamento, dizendo-lhe, por exemplo: Foste guloso, vou punir-te. Ele traçou um limite; as enfermidades e muitas vezes a morte são a consequência dos excessos. Eis aí a punição; é o resultado da infração da lei. Assim em tudo.”

963. Com cada homem, individualmente, Deus se ocupa? Não é ele muito grande e nós muito pequeninos para que cada indivíduo em particular tenha, a seus olhos, alguma importância? “Deus se ocupa com todos os seres que criou, por mais pequeninos que sejam. Nada, para sua bondade, é pequeno demais.”

  963.  Com cada homem, individualmente, Deus se ocupa? Não é ele muito grande e nós muito pequeninos para que cada indivíduo em particular tenha, a seus olhos, alguma importância? “Deus se ocupa com todos os seres que criou, por mais pequeninos que sejam. Nada, para sua bondade, é pequeno demais.”

961. Qual o sentimento que domina a maioria dos homens no momento da morte: a dúvida, o temor, ou a esperança? “A dúvida, nos céticos empedernidos; o temor, nos culpados; a esperança, nos homens de bem.”

  961.  Qual o sentimento que domina a maioria dos homens no momento da morte: a dúvida, o temor, ou a esperança? “A dúvida, nos céticos empedernidos; o temor, nos culpados; a esperança, nos homens de bem.”

958. Por que tem o homem, instintivamente, horror ao nada? “Porque o nada não existe.”

  958.  Por que tem o homem, instintivamente, horror ao nada? “Porque o nada não existe.”

Meme do filme Matrix:

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 Redpill ou Bluepill. Based. Farmar aura. Kardecpill. 

155. Que diferença há, depois da morte, entre a alma do sábio e a do ignorante, entre a do selvagem e a do homem civilizado? A mesma, pouco mais ou menos, que existia entre elas durante a vida; porque a entrada no mundo dos Espíritos não dá à alma todos os conhecimentos que lhe faltavam na Terra.

  155.  Que diferença há, depois da morte, entre a alma do sábio e a do ignorante, entre a do selvagem e a do homem civilizado? A mesma, pouco mais ou menos, que existia entre elas durante a vida; porque a entrada no mundo dos Espíritos não dá à alma todos os conhecimentos que lhe faltavam na Terra.

Vídeos sobre sair do país, VPN e Tor:

 https://youtu.be/HKpgz6IjgKA?si=KOc_JT_yvoeI_9fa https://youtu.be/6kCyHrnQ8YA?si=85L1lMytl5zSq05D https://youtu.be/TPpoqLOt49k?si=9zpsQTzacpF2Mtwe https://youtu.be/tOmL1OPPPyU?si=vq0zjzORKSZDkqt7

649. Em que consiste a adoração? “Na elevação do pensamento a Deus. Deste, pela adoração, aproxima o homem sua alma.”

  649.  Em que consiste a adoração? “Na elevação do pensamento a Deus. Deste, pela adoração, aproxima o homem sua alma.”

Só meme:

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 Vamos apoiar o lado mais materialista, decolonial, anti europeu, etc, e vamos nos perguntar o que está acontecendo com o número de espíritas depois... rsrs 

Livros sobre estudar Francês:

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923. O que para um é supérfluo não representará, para outro, o necessário, e reciprocamente, de acordo com as posições respectivas? “Sim, segundo as vossas ideias materiais, os vossos preconceitos, a vossa ambição e as vossas ridículas extravagâncias, a que o futuro fará justiça, quando compreenderdes a verdade. Não há dúvida de que aquele que tinha cinquenta mil libras de renda, vendo-se reduzido a só ter dez mil, se considera muito desgraçado, por não mais poder fazer a mesma figura, conservar o que chama a sua posição, ter cavalos, lacaios, satisfazer a todas as paixões, etc. Acredita que lhe falta o necessário. Mas, francamente, achas que seja digno de lástima, quando ao seu lado muitos há morrendo de fome e frio, sem um abrigo onde repousem a cabeça? O homem sábio, a fim de ser feliz, olha sempre para baixo e não para cima, a não ser para elevar sua alma ao infinito.” (715.)

  923.  O que para um é supérfluo não representará, para outro, o necessário, e reciprocamente, de acordo com as posições respectivas? “Sim, segundo as vossas ideias materiais, os vossos preconceitos, a vossa ambição e as vossas ridículas extravagâncias, a que o futuro fará justiça, quando compreenderdes a verdade. Não há dúvida de que aquele que tinha cinquenta mil libras de renda, vendo-se reduzido a só ter dez mil, se considera muito desgraçado, por não mais poder fazer a mesma figura, conservar o que chama a sua posição, ter cavalos, lacaios, satisfazer a todas as paixões, etc. Acredita que lhe falta o necessário. Mas, francamente, achas que seja digno de lástima, quando ao seu lado muitos há morrendo de fome e frio, sem um abrigo onde repousem a cabeça? O homem sábio, a fim de ser feliz, olha sempre para baixo e não para cima, a não ser para elevar sua alma ao infinito.” (715.)

922. A felicidade terrestre é relativa à posição de cada um. O que basta para a felicidade de um, constitui a desgraça de outro. Haverá, contudo, algum critério de felicidade comum a todos os homens? “Com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro.”

  922.  A felicidade terrestre é relativa à posição de cada um. O que basta para a felicidade de um, constitui a desgraça de outro. Haverá, contudo, algum critério de felicidade comum a todos os homens? “Com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro.”

921. Concebe-se que o homem será feliz na Terra, quando a humanidade estiver transformada. Mas, enquanto isso não se verifica, poderá conseguir uma felicidade relativa? “O homem é quase sempre o obreiro da sua própria infelicidade. Pela prática da lei de Deus, a muitos males pode forrar-se, proporcionando a si mesmo felicidade tão grande quanto o comporte a sua existência grosseira.”

  921.  Concebe-se que o homem será feliz na Terra, quando a humanidade estiver transformada. Mas, enquanto isso não se verifica, poderá conseguir uma felicidade relativa? “O homem é quase sempre o obreiro da sua própria infelicidade. Pela prática da lei de Deus, a muitos males pode forrar-se, proporcionando a si mesmo felicidade tão grande quanto o comporte a sua existência grosseira.”

920. Pode o homem gozar de completa felicidade na Terra? “Não, pois a vida lhe foi dada como prova ou expiação. Dele, porém, depende a suavização de seus males e o ser tão feliz quanto possível na Terra.”

  920.  Pode o homem gozar de completa felicidade na Terra? “Não, pois a vida lhe foi dada como prova ou expiação. Dele, porém, depende a suavização de seus males e o ser tão feliz quanto possível na Terra.”

Confusão Histórica:

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 Por muito tempo se pensou que essa era a foto de Kardec jovem. Posteriormente historiadores apontaram que isso foi um equívoco histórico e uma confusão de personalidades. 

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1858 > Setembro > Platão e a doutrina da escolha das provas

  Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1858 > Setembro > Platão e a doutrina da  escolha   das   provas

https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/20/revista-espirita-jornal-de-estudos-psicologicos-1858/4444/setembro/platao-e-a-doutrina-da-escolha-das-provas

 https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/20/revista-espirita-jornal-de-estudos-psicologicos-1858/4444/setembro/platao-e-a-doutrina-da-escolha-das-provas

O Livro dos Médiuns ou Guia dos médiuns e dos evocadores > Segunda parte — Das manifestações espíritas > Capítulo IX — Dos lugares assombrados > 132

  4.ª. Tem qualquer fundamento a crença de que os Espíritos frequentam de preferência as ruínas? “Nenhum. Os Espíritos vão a tais lugares, como a todos os outros. A imaginação dos homens é que, despertada pelo aspecto lúgubre de certos sítios, atribui à presença dos Espíritos o que não passa, quase sempre, de efeito muito natural. Quantas vezes o medo não tem feito que se tome por fantasma a sombra de uma árvore e por espectros o grito de um animal, ou o sopro do vento? Os Espíritos gostam da presença dos homens; daí o preferirem os lugares habitados, aos lugares desertos.” a) Contudo, pelo que sabemos da diversidade dos caracteres entre os Espíritos, podemos inferir a existência de Espíritos  misantro pos, que prefiram a solidão. “Por isso mesmo não respondi de modo absoluto à questão. Disse que eles podem vir aos lugares desertos, como a toda parte. É evidente que, se alguns se conservam insulados, é porque assim lhes apraz. Isso, porém, não constitui motivo para que forçosa...

O Livro dos Espíritos > Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos > Capítulo VI — Da vida espírita > Ensaio teórico da sensação dos Espíritos. > 257

  O Livro dos Espíritos > Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos > Capítulo VI — Da vida espírita > Ensaio teórico da sensação dos Espíritos. > 257

Instruções práticas sobre as manifestações espíritas > Vocabulário espírita > Sonambulismo

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  455. Os fenômenos do   sonambulismo   natural se produzem espontaneamente e independem de qualquer causa exterior conhecida. Mas, em certas pessoas dotadas de especial organização física, podem ser provocados artificialmente, pela ação do agente magnético. O estado que se designa pelo nome de  sonambulismo  magnético apenas difere do  sonambulismo  natural em que um é provocado, enquanto o outro é espontâneo. O  sonambulismo  natural constitui fato notório, que ninguém pensa em pôr em dúvida, não obstante o aspecto maravilhoso dos fenômenos a que dá lugar. Por que seria então mais extraordinário ou irracional o  sonambulismo  magnético? Apenas por produzir-se artificialmente, como tantas outras coisas? Os charlatães o exploram, dizem. Razão de mais para que não lhes seja deixado nas mãos. Quando a Ciência se houver apropriado dele, muito menos crédito terão os charlatães junto às massas populares. Enquanto isso não se verifica, co...