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82. Será certo dizer-se que os Espíritos são imateriais? “Como se pode definir uma coisa, quando faltam termos de comparação, e com uma linguagem deficiente? Pode um cego de nascença definir a luz? Imaterial não é bem o termo; incorpóreo seria mais exato, pois deves compreender que, sendo uma criação, o Espírito há de ser alguma coisa. É a matéria quintessenciada, mas sem analogia para vós outros, e tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos.”

  82. Será certo dizer-se que os Espíritos são imateriais? “Como se pode definir uma coisa, quando faltam termos de comparação, e com uma linguagem deficiente? Pode um cego de nascença definir a luz? Imaterial não é bem o termo; incorpóreo seria mais exato, pois deves compreender que, sendo uma criação, o Espírito há de ser alguma coisa. É a matéria quintessenciada, mas sem analogia para vós outros, e tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos.”

80. A criação dos Espíritos é permanente, ou só se deu na origem dos tempos? “É permanente. Quer dizer: Deus jamais deixou de criar.”

80. A criação dos Espíritos é permanente, ou só se deu na origem dos tempos? “É permanente. Quer dizer: Deus jamais deixou de criar.”

78. Os Espíritos tiveram princípio, ou existem, como Deus, de toda a eternidade? “Se não tivessem tido princípio, seriam iguais a Deus, quando, ao invés, são criação sua e se acham submetidos à sua vontade. Deus existe de toda a eternidade, é incontestável. Quanto, porém, ao modo pelo qual nos criou e em que momento o fez, nada sabemos. Podes dizer que não tivemos princípio, se quiseres com isso significar que, sendo eterno, Deus há de ter sempre criado ininterruptamente. Mas, quando e como cada um de nós foi feito, repito-te, nenhum o sabe: aí é que está o mistério.”

  78. Os Espíritos tiveram princípio, ou existem, como Deus, de toda a eternidade? “Se não tivessem tido princípio, seriam iguais a Deus, quando, ao invés, são criação sua e se acham submetidos à sua vontade. Deus existe de toda a eternidade, é incontestável. Quanto, porém, ao modo pelo qual nos criou e em que momento o fez, nada sabemos. Podes dizer que não tivemos princípio, se quiseres com isso significar que, sendo eterno, Deus há de ter sempre criado ininterruptamente. Mas, quando e como cada um de nós foi feito, repito-te, nenhum o sabe: aí é que está o mistério.”

77. Os Espíritos são seres distintos da Divindade, ou serão simples emanações ou porções desta e, por isto, denominados filhos de Deus? “Meu Deus! São obra de Deus, exatamente qual a máquina o é do homem que a fabrica. A máquina é obra do homem, não é o próprio homem. Sabes que, quando faz alguma coisa bela, útil, o homem lhe chama sua filha, criação sua. Pois bem, o mesmo se dá com relação a Deus: somos seus filhos, pois que somos obra sua.”

  77. Os Espíritos são seres distintos da Divindade, ou serão simples emanações ou porções desta e, por isto, denominados filhos de Deus? “Meu Deus! São obra de Deus, exatamente qual a máquina o é do homem que a fabrica. A máquina é obra do homem, não é o próprio homem. Sabes que, quando faz alguma coisa bela, útil, o homem lhe chama sua filha, criação sua. Pois bem, o mesmo se dá com relação a Deus: somos seus filhos, pois que somos obra sua.”

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78. Os Espíritos tiveram princípio, ou existem, como Deus, de toda a eternidade? “Se não tivessem tido princípio, seriam iguais a Deus, quando, ao invés, são criação sua e se acham submetidos à sua vontade. Deus existe de toda a eternidade, é incontestável. Quanto, porém, ao modo pelo qual nos criou e em que momento o fez, nada sabemos. Podes dizer que não tivemos princípio, se quiseres com isso significar que, sendo eterno, Deus há de ter sempre criado ininterruptamente. Mas, quando e como cada um de nós foi feito, repito-te, nenhum o sabe: aí é que está o mistério.”

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  78. Os Espíritos tiveram princípio, ou existem, como Deus, de toda a eternidade? “Se não tivessem tido princípio, seriam iguais a Deus, quando, ao invés, são criação sua e se acham submetidos à sua vontade. Deus existe de toda a eternidade, é incontestável. Quanto, porém, ao modo pelo qual nos criou e em que momento o fez, nada sabemos. Podes dizer que não tivemos princípio, se quiseres com isso significar que, sendo eterno, Deus há de ter sempre criado ininterruptamente. Mas, quando e como cada um de nós foi feito, repito-te, nenhum o sabe: aí é que está o mistério.”

76. Que definição se pode dar dos Espíritos? “Pode dizer-se que os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Povoam o universo, fora o mundo material.” NOTA: A palavra Espírito é empregada aqui para designar as individualidades dos seres extracorpóreos e não mais o elemento inteligente universal.

  76. Que definição se pode dar dos Espíritos? “Pode dizer-se que os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Povoam o universo, fora o mundo material.” NOTA: A palavra Espírito é empregada aqui para designar as individualidades dos seres extracorpóreos e não mais o elemento inteligente universal.

108. Qual a sede da alma? A alma não está, como geralmente se crê, localizada num ponto particular do corpo; ela forma com o perispírito um conjunto fluídico, penetrável, assimilando-se ao corpo inteiro, com o qual ela constitui um ser complexo, do qual a morte não é, de alguma sorte, mais que um desdobramento. Podemos figuradamente supor dois corpos semelhantes na forma, um encaixado no outro, confundidos durante a vida e separados depois da morte. Nessa ocasião um deles é destruído, ao passo que o outro subsiste. Durante a vida a alma age mais especialmente sobre os órgãos do pensamento e do sentimento. Ela é, ao mesmo tempo, interna e externa, isto é, irradia exteriormente, podendo mesmo isolar-se do corpo, transportar-se ao longe e aí manifestar sua presença, como o provam a observação e os fenômenos sonambúlicos.

  108. Qual a sede da alma? A alma não está, como geralmente se crê, localizada num ponto particular do corpo; ela forma com o perispírito um conjunto fluídico, penetrável, assimilando-se ao corpo inteiro, com o qual ela constitui um ser complexo, do qual a morte não é, de alguma sorte, mais que um desdobramento . Podemos figuradamente supor dois corpos semelhantes na forma, um encaixado no outro, confundidos durante a vida e separados depois da morte. Nessa ocasião um deles é destruído, ao passo que o outro subsiste. Durante a vida a alma age mais especialmente sobre os órgãos do pensamento e do sentimento. Ela é, ao mesmo tempo, interna e externa, isto é, irradia exteriormente, podendo mesmo isolar-se do corpo, transportar-se ao longe e aí manifestar sua presença, como o provam a observação e os fenômenos sonambúlicos.

105. Os diferentes mundos que circulam no espaço terão habitantes como a Terra? Todos os Espíritos o afirmam e a razão diz que assim deve ser. A Terra não ocupa no universo nenhuma posição especial, nem por sua colocação, nem pelo seu volume, e nada justificaria o privilégio exclusivo de ser habitada. Além disso, Deus não teria criado milhares de globos, com o fim único de recrear-nos a vista, tanto mais que o maior número deles se acha fora de nosso alcance. (Ver O Livro dos Espíritos, questão 55. Revista espírita, março de 1858, Pluralidade dos mundos, por Flammarion.)

  105. Os diferentes mundos que circulam no espaço terão habitantes como a Terra ? Todos os Espíritos o afirmam e a razão diz que assim deve ser. A Terra não ocupa no universo nenhuma posição especial, nem por sua colocação, nem pelo seu volume, e nada justificaria o privilégio exclusivo de ser habitada. Além disso, Deus não teria criado milhares de globos, com o fim único de recrear-nos a vista, tanto mais que o maior número deles se acha fora de nosso alcance. (Ver O Livro dos Espíritos , questão 55. Revista espírita , março de 1858, Pluralidade dos mundos , por Flammarion.)

Evocação:

 (a Descartes) – Sua obra sugeria que a glândula pineal serviria de conexão entre a alma e o corpo. Que sentido faz, a seu juízo atual, semelhante teoria? “Creio que não é uma teoria coerente para os dias atuais. Em minha época, as noções de neurociência eram bastante básicas. Hoje, por experimentos com médiuns em momento de transe, pode-se constatar que diferentes áreas são ativadas no momento de intercâmbio mediúnico, não somente a tal glândula.” Descartes Nota: essa comunicação pertence a um diálogo maior.

108. Qual a sede da alma? A alma não está, como geralmente se crê, localizada num ponto particular do corpo; ela forma com o perispírito um conjunto fluídico, penetrável, assimilando-se ao corpo inteiro, com o qual ela constitui um ser complexo, do qual a morte não é, de alguma sorte, mais que um desdobramento. Podemos figuradamente supor dois corpos semelhantes na forma, um encaixado no outro, confundidos durante a vida e separados depois da morte. Nessa ocasião um deles é destruído, ao passo que o outro subsiste. Durante a vida a alma age mais especialmente sobre os órgãos do pensamento e do sentimento. Ela é, ao mesmo tempo, interna e externa, isto é, irradia exteriormente, podendo mesmo isolar-se do corpo, transportar-se ao longe e aí manifestar sua presença, como o provam a observação e os fenômenos sonambúlicos.

  108. Qual a sede da alma? A alma não está, como geralmente se crê, localizada num ponto particular do corpo; ela forma com o perispírito um conjunto fluídico, penetrável, assimilando-se ao corpo inteiro, com o qual ela constitui um ser complexo, do qual a morte não é, de alguma sorte, mais que um desdobramento . Podemos figuradamente supor dois corpos semelhantes na forma, um encaixado no outro, confundidos durante a vida e separados depois da morte. Nessa ocasião um deles é destruído, ao passo que o outro subsiste. Durante a vida a alma age mais especialmente sobre os órgãos do pensamento e do sentimento. Ela é, ao mesmo tempo, interna e externa, isto é, irradia exteriormente, podendo mesmo isolar-se do corpo, transportar-se ao longe e aí manifestar sua presença, como o provam a observação e os fenômenos sonambúlicos.

105. Os diferentes mundos que circulam no espaço terão habitantes como a Terra? Todos os Espíritos o afirmam e a razão diz que assim deve ser. A Terra não ocupa no universo nenhuma posição especial, nem por sua colocação, nem pelo seu volume, e nada justificaria o privilégio exclusivo de ser habitada. Além disso, Deus não teria criado milhares de globos, com o fim único de recrear-nos a vista, tanto mais que o maior número deles se acha fora de nosso alcance. (Ver O Livro dos Espíritos, questão 55. Revista espírita, março de 1858, Pluralidade dos mundos, por Flammarion.)

  105. Os diferentes mundos que circulam no espaço terão habitantes como a Terra ? Todos os Espíritos o afirmam e a razão diz que assim deve ser. A Terra não ocupa no universo nenhuma posição especial, nem por sua colocação, nem pelo seu volume, e nada justificaria o privilégio exclusivo de ser habitada. Além disso, Deus não teria criado milhares de globos, com o fim único de recrear-nos a vista, tanto mais que o maior número deles se acha fora de nosso alcance. (Ver O Livro dos Espíritos , questão 55. Revista espírita , março de 1858, Pluralidade dos mundos , por Flammarion.)

O Médium que perde sua glândula pineal perderia a mediunidade?

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Kardec afirma que a mediunidade está radicada no organismo, mas não especifica qual estrutura orgânica seria responsável por essa faculdade. Muitos associam a mediunidade à glândula pineal, hipótese inspirada na filosofia de Descartes, já na modernidade, e posteriormente difundida por alguns autores. Entretanto, algumas pessoas podem apresentar alterações nessa glândula ou até mesmo necessitar de sua remoção cirúrgica. Nesse caso, perderiam a mediunidade? Parece fazer mais sentido a hipótese recente do NUPES, segundo a qual haveria um fator genético que poderia estar distribuído por todo o organismo. De qualquer modo, como ainda não conhecemos a natureza íntima dos fluidos envolvidos na fenomenologia mediúnica, todas essas explicações permanecem no campo das hipóteses, sem que haja algo definitivamente estabelecido. Alguns autores concluíram, de maneira precipitada, que o fato de a glândula pineal possuir estruturas semelhantes a cristais seria uma evidência de que ela é responsável pe...

615. É eterna a lei de Deus? “Eterna e imutável como o próprio Deus.”

  615. É eterna a lei de Deus? “Eterna e imutável como o próprio Deus.”

Ludwig Wittgenstein:

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“Guerras de palavras! Guerras de palavras! Ainda não basta o sangue que tendes feito correr! Será ainda preciso que se reacendam as fogueiras? Discutem sobre as expressões: eternidade das penas, eternidade dos castigos. Ignorais então que o que hoje entendeis por eternidade não é o que os antigos entendiam?". O Livro dos Espíritos > Parte quarta — Das esperanças e consolações > Capítulo II — Das penas e gozos futuros > Duração das penas futuras. > 1009 defendia que muitos dos problemas filosóficos surgem de confusões sobre o uso da linguagem. Para ele, as palavras adquirem significado pelo modo como são utilizadas em diferentes contextos, e não por possuírem uma essência fixa. Assim, a tarefa da filosofia não é criar novas teorias sobre a realidade, mas esclarecer a linguagem, desfazendo mal-entendidos que dão origem a muitos dos chamados problemas filosóficos. É um pensamento que, em certa medida, lembra o de Allan Kardec, que tendia a priorizar a essência em vez da ...

132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento em harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”

  132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal : nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento em harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”

1° – o corpo, ou ser material análogo aos animais e animado pelo mesmo princípio vital; 2° – a alma, Espírito encarnado que tem no corpo a sua habitação; 3° – o princípio intermediário, ou perispírito, substância semimaterial que serve de primeiro envoltório ao Espírito e liga a alma ao corpo. Tais, num fruto, o gérmen, o perisperma e a casca.

  1 ° – o corpo, ou ser material análogo aos animais e animado pelo mesmo princípio vital; 2 ° – a alma, Espírito encarnado que tem no corpo a sua habitação; 3 ° – o princípio intermediário, ou perispírito , substância semimaterial que serve de primeiro envoltório ao Espírito e liga a alma ao corpo. Tais, num fruto, o gérmen, o perisperma e a casca.

134. Que é a alma? “Um Espírito encarnado.” a) – Que era a alma antes de se unir ao corpo? “Espírito.” b) – As almas e os Espíritos são, portanto, idênticos, a mesma coisa? “Sim, as almas não são senão os Espíritos. Antes de se unir ao corpo, a alma é um dos seres inteligentes que povoam o mundo invisível, os quais temporariamente revestem um envoltório carnal para se purificarem e esclarecerem.”

  134 . Que é a alma? “Um Espírito encarnado.” a) – Que era a alma antes de se unir ao corpo? “Espírito.” b) – As almas e os Espíritos são, portanto, idênticos, a mesma coisa? “Sim, as almas não são senão os Espíritos. Antes de se unir ao corpo, a alma é um dos seres inteligentes que povoam o mundo invisível, os quais temporariamente revestem um envoltório carnal para se purificarem e esclarecerem.”

132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento em harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”

  132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal : nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento em harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”

Impossível separar:

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  As teorias que tentam separar são falhas pois não há demarcação nítida de onde começa uma coisa e termina outra. Qualquer demarcação é arbitrária. 

620. Antes de se unir ao corpo, a alma compreende melhor a lei de Deus do que depois de encarnada? “Compreende-a de acordo com o grau de perfeição que tenha atingido e dela guarda a intuição quando unida ao corpo. Mas os maus instintos do homem fazem com que ele frequentemente a esqueça.

  620. Antes de se unir ao corpo, a alma compreende melhor a lei de Deus do que depois de encarnada? “Compreende-a de acordo com o grau de perfeição que tenha atingido e dela guarda a intuição quando unida ao corpo. Mas os maus instintos do homem fazem com que ele frequentemente a esqueça.

617. As leis divinas, que é o que compreendem no seu âmbito? Concernem a alguma outra coisa, que não somente ao procedimento moral? “Todas as leis da natureza são leis divinas, pois que Deus é o autor de tudo. O cientista estuda as leis da matéria, o homem de bem estuda e pratica as da alma.”

  617. As leis divinas, que é o que compreendem no seu âmbito? Concernem a alguma outra coisa, que não somente ao procedimento moral? “Todas as leis da natureza são leis divinas, pois que Deus é o autor de tudo. O cientista estuda as leis da matéria, o homem de bem estuda e pratica as da alma.”

615. É eterna a lei de Deus? “Eterna e imutável como o próprio Deus.”

  615. É eterna a lei de Deus? “Eterna e imutável como o próprio Deus.”

614. Que se deve entender por lei natural? “A lei natural é a lei de Deus. É a única verdadeira para a felicidade do homem. Indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer, e ele só é infeliz quando dela se afasta.”

  614. Que se deve entender por lei natural? “A lei natural é a lei de Deus. É a única verdadeira para a felicidade do homem. Indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer, e ele só é infeliz quando dela se afasta.”

Apocalipse 2

² Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos. ³ E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste. ⁴ Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. ⁵ Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres. ⁶ Tens, porém, isto: que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio. ⁷ Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus. ¹³ Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o meu nome, e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. ⁸ E ao anjo da igreja em Esmirna, escreve: Is...

1. Que é Deus? “Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas” *

1. Que é Deus? “Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas” *

Sabedoria

"Sabedoria é a combinação de moral e conhecimento. É saber como aplicar o bem e saber como ter eficiência para tal. Sede sábios como foram os profetas de outrora." Edson.

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1858 > Abril > Palestras familiares de além-túmulo > Bernard Palissy (9 de março de 1858) > Estado físico dos habitantes

"22. ─ Lá existe diferença de sexo? ─ Sim, há por toda parte onde existe a matéria; é uma lei da matéria." Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1858 > Abril > Palestras familiares de além-túmulo > Bernard Palissy (9 de março de 1858) > Estado físico dos habitantes " 23. ─ Qual é a base da alimentação dos habitantes? É animal e vegetal como aqui? ─ Puramente vegetal. O homem é o protetor dos animais." Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1858 > Abril > Palestras familiares de além-túmulo > Bernard Palissy (9 de março de 1858) > Estado físico dos habitantes

O Espiritismo é o único monoteísmo absoluto:

Para o Espiritismo, há Deus, os Espíritos e a matéria. Os Espíritos são os seres inteligentes da criação e não constituem uma espécie sobrenatural separada da humanidade. Os chamados anjos são Espíritos que alcançaram elevado grau de evolução, assim como os Espíritos inferiores são seres em estágios menos avançados. Portanto, entre Deus e o homem não existe uma classe de "deuses menores" criada à parte: existe uma humanidade espiritual em diferentes graus de evolução. O homem encarnado e o Espírito desencarnado são o mesmo ser em diferentes estados de existência.

O Espiritismo é o único monoteísmo absoluto:

Para o Espiritismo, há Deus, a matéria e o espírito. Os Espíritos são as almas dos homens que viveram na Terra ou em outros mundos. Não há seres à parte. Portanto, não haveria deuses menores acima do ser humano, como os anjos, e um Deus maior e principal, como já era pregado por algumas concepções politeístas. Há apenas Deus e o Homem. Os Espíritos são os Homens sem corpo, apenas.

10. Pode o homem compreender a natureza íntima de Deus? “Não; falta-lhe para isso um sentido.”

  10. Pode o homem compreender a natureza íntima de Deus? “Não; falta-lhe para isso um sentido.” OLE.

Provas da existência de Deus. 4. Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? “Num axioma que aplicais às vossas ciências: Não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá.” Para crer-se em Deus, basta se lance o olhar sobre as obras da criação. O universo existe, logo tem uma causa. Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa. 5. Que consequência se pode tirar do sentimento intuitivo que todos os homens trazem em si da existência de Deus? “A de que Deus existe; pois, donde lhes viria esse sentimento, se não tivesse uma base? É ainda uma consequência do princípio de que não há efeito sem causa.”

  Provas da existência de Deus. 4. Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? “Num axioma que aplicais às vossas ciências: Não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá.” Para crer-se em Deus, basta se lance o olhar sobre as obras da criação. O universo existe, logo tem uma causa. Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa. 5. Que consequência se pode tirar do sentimento intuitivo que todos os homens trazem em si da existência de Deus? “A de que Deus existe; pois, donde lhes viria esse sentimento, se não tivesse uma base? É ainda uma consequência do princípio de que não há efeito sem causa.”