Algo só é destruído pelo seu próprio vício ou princípio de corrupção.

“Algo só é destruído pelo seu próprio vício ou princípio de corrupção. O metal é destruído pela ferrugem; a madeira, pelo apodrecimento; o corpo, pela doença e pela decomposição. Cada coisa perece pelo mal que lhe é próprio. Porém os vícios da alma — como o orgulho e o egoísmo — não destroem a alma, apenas a corrompem moralmente. Desse ponto de vista, a alma deve ter uma natureza diferente da matéria. Por isso, ela é imortal.” 

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