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Mostrando postagens de fevereiro, 2026

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Kardec:

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 Progresso em ciclos 

GES

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80. A criação dos Espíritos é permanente, ou só se deu na origem dos tempos? “É permanente. Quer dizer: Deus jamais deixou de criar.”

  80. A criação dos Espíritos é permanente, ou só se deu na origem dos tempos? “É permanente. Quer dizer: Deus jamais deixou de criar.”

76. Que definição se pode dar dos Espíritos?

  76. Que definição se pode dar dos Espíritos? “Pode dizer-se que os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Povoam o universo, fora o mundo material.” NOTA: A palavra  Espírito  é empregada aqui para designar as individualidades dos seres extracorpóreos e não mais o elemento inteligente universal. 77. Os Espíritos são seres distintos da Divindade, ou serão simples emanações ou porções desta e, por isto, denominados  filhos de Deus? “Meu Deus! São obra de Deus, exatamente qual a máquina o é do homem que a fabrica. A máquina é obra do homem, não é o próprio homem. Sabes que, quando faz alguma coisa bela, útil, o homem lhe chama sua filha, criação sua. Pois bem, o mesmo se dá com relação a Deus: somos seus filhos, pois que somos obra sua.”

Franz Kafka:

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Kardec:

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Kardec:

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Kardec: o culto à pobreza? Terceiro Mundo, Brasil

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Vivemos em um mundo capitalista, gostemos ou não. Devemos seguir as regras do jogo inevitavelmente, pois isso constitui um fato social. No entanto, mesmo estando o Brasil inserido em um mundo globalizado e capitalista, parte de sua população ainda costuma aderir a pensamentos pseudofranciscanos, fruto de uma interpretação equivocada do catolicismo popular e de uma rejeição irracional à ética do capitalismo protestante, que, segundo Max Weber, contribuiu para moldar o mundo moderno. Muitas vezes se defende a ideia de que devemos ser como Chico: não ter dinheiro, não envolver dinheiro no espiritismo, etc. (ainda que se saiba que Chico não viveu exatamente dessa forma e que houve apoio financeiro indireto em sua trajetória). Contudo, diante disso, surge a pergunta: como se financiariam eventos, canais, equipamentos e estruturas necessárias para a divulgação? Não há resposta clara. Além disso, como pessoas pobres participariam ativamente do espiritismo se não tivessem recursos sequer para...

Herculano Pires:

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Instruções práticas sobre as manifestações espíritas > Vocabulário espírita > Psicologia

"PSICOLOGIA – Dissertação sobre a alma. Ciência que trata da natureza da alma. Este vocábulo seria para o médium falante aquilo que a psicografia é para o médium escrevente, isto é, a transmissão do pensamento dos Espíritos pela voz de um médium. Como, porém, já possui uma acepção consagrada e bem definida, convém não lhe dar outra. (Vide Psicofonia)." Instruções práticas sobre as manifestações espíritas > Vocabulário espírita > Psicologia. NOTA: O termo psicologia na Revista Espírita e na obra de Kardec em geral é no sentido etimológico, de estudo da alma, não no sentido materialista e clínica da atualidade.

Filosofia da Ciência:

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Sobre o paradoxo de Fermi:

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LM

  63. Acrescentemos que a forma da mesa, a substância de que é feita, a presença de metais, da seda nas roupas dos assistentes, os dias, as horas, a obscuridade, ou a luz etc., são indiferentes como a chuva ou o bom tempo. Apenas o volume da mesa deve ser levado em conta, mas tão somente no caso em que a força mediúnica seja insuficiente para vencer-lhe a resistência. No caso contrário, uma pessoa só, até uma criança, pode fazer que uma mesa de cem quilos se levante, ao passo que, em condições menos favoráveis, doze pessoas não conseguirão que uma mesinha de centro se mova.

LM

  61. Para que o fenômeno se produza, faz-se mister a intervenção de uma ou muitas pessoas dotadas de especial aptidão, que se designam pelo nome de  médiuns . O número dos cooperadores em nada influi, a não ser que entre eles se encontrem alguns médiuns ignorados. Quanto aos que não têm mediunidade, a presença desses nenhum resultado produz, pode mesmo ser mais prejudicial do que útil pela disposição de espírito em que se achem.

LM

  60. Dá-se o nome de manifestações físicas às que se traduzem por efeitos sensíveis, tais como ruídos, movimentos e deslocação de corpos sólidos. Umas são espontâneas, isto é, independentes da vontade de quem quer que seja; outras podem ser provocadas. Primeiramente, só falaremos destas últimas. LM

Arqueofuturismo:

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 "A reunião dessas duas faculdades, inteligência e moralidade, é, pois, necessária a criar uma preponderância legítima, a que a massa se submeterá cegamente, porque lhe inspirará plena confiança, pelas suas luzes e pela sua justiça. Será essa a última aristocracia, a que se apresentará como conseqüência, ou, antes, como sinal do advento do reinado do bem na Terra. Ela se erguerá muito naturalmente pela força mesma das coisas.. A reunião dessas duas faculdades, inteligência e moralidade, é, pois, necessária a criar uma preponderância legítima, a que a massa se submeterá cegamente, porque lhe inspirará plena confiança, pelas suas luzes e pela sua justiça. Será essa a última aristocracia, a que se apresentará como conseqüência, ou, antes, como sinal do advento do reinado do bem na Terra. Ela se erguerá muito naturalmente pela força mesma das coisas." Obras Póstumas, As Aristocracias.  Pesquisar sobre NRx 

145. Qual a situação da alma imediatamente depois da morte do corpo? Tem ela instantaneamente a consciência de si? Em uma palavra, que vê? Que experimenta ela? No momento da morte, tudo se apresenta confuso; é-lhe preciso algum tempo para se reconhecer; ela conserva-se tonta, no estado do homem que sai de profundo sono e que procura compreender a sua situação. A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam, à medida que se destrói a influência da matéria de que ela acaba de separar-se, e que se dissipa o nevoeiro que lhe obscurece os pensamentos. O tempo da perturbação, sequente à morte, é muito variável; pode ser de algumas horas somente, como de muitos dias, meses ou, mesmo, de muitos anos. É menos longa, entretanto, para aqueles que, quando vivos, se identificaram com o seu estado futuro, porque esses compreendem imediatamente a sua situação; porém, é tanto mais longa quanto mais materialmente o indivíduo viveu.

  145.  Qual a situação da alma imediatamente depois da morte do corpo? Tem ela instantaneamente a consciência de si? Em uma palavra, que vê? Que experimenta ela? No momento da morte, tudo se apresenta confuso; é-lhe preciso algum tempo para se reconhecer; ela conserva-se tonta, no estado do homem que sai de profundo sono e que procura compreender a sua situação. A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam, à medida que se destrói a influência da matéria de que ela acaba de separar-se, e que se dissipa o nevoeiro que lhe obscurece os pensamentos. O tempo da perturbação, sequente à morte, é muito variável; pode ser de algumas horas somente, como de muitos dias, meses ou, mesmo, de muitos anos. É menos longa, entretanto, para aqueles que, quando vivos, se identificaram com o seu estado futuro, porque esses compreendem imediatamente a sua situação; porém, é tanto mais longa quanto mais materialmente o indivíduo viveu.

144. Como se opera a separação da alma e do corpo? É brusca ou gradual? O desprendimento opera-se gradualmente e com lentidão variável, segundo os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os laços que prendem a alma ao corpo não se rompem senão aos poucos, e tanto menos rapidamente quanto mais a vida foi material e sensual. (Ver O Livro dos Espíritos, questão 155.)

  144.   Como se opera a separação da alma e do corpo? É brusca ou gradual? O desprendimento opera-se gradualmente e com lentidão variável, segundo os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os laços que prendem a alma ao corpo não se rompem senão aos poucos, e tanto menos rapidamente quanto mais a vida foi material e sensual. (Ver  O Livro dos Espíritos , questão 155.) O QUE É O ESPIRITISMO. 

Sobre a mediunidade:

"As crianças, em geral, têm amigos imaginários e veem coisas que não entendeis. Isso não se dá por uma desconexão do Espírito com o corpo, mas pela tendência da criança a se preocupar menos com as coisas do mundo. Seu cérebro ainda não está plenamente formado; por isso, percebe coisas que tendem a desaparecer depois, na maturidade. O mesmo ocorre com o psicótico, pois, embora muitas coisas se misturem à imaginação, como no caso da criança, ele também tende a ver coisas reais do outro mundo. Os homens e mulheres comuns das grandes cidades tendem a olhar sempre para o chão ou a não prestar atenção no que salta aos olhos, o que não ocorre com as pessoas simples do campo. A psicologia infantil poderia explicar muitas dessas coisas, se acompanhasse a ciência espírita." Espírito amigo.

Do ponto de vista das questões atuais referentes à filosofia da mente:

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 Do ponto de vista das questões atuais referentes à filosofia da mente, seria interessante levantar algumas indagações relacionadas ao tema e ao avanço tecnológico. Evocamos um Espírito para tratar dessas questões: 1 – Tendo em vista os avanços tecnológicos e o paradoxo do Navio de Teseu, como se poderia diferenciar um humano de uma máquina, caso seus componentes fossem gradualmente substituídos? Onde começa a máquina e termina o homem? R: "O ser humano é um Espírito encarnado, pois nasceu. É no nascimento que se completa a união da alma com o corpo. Contudo, o que caracteriza o ser humano enquanto ser espiritual manifestando-se no mundo físico é o sistema nervoso orgânico, especialmente o cérebro. Se as partes essenciais para o aspecto intelecto-moral fossem mantidas, continuaria sendo homem." Espírito amigo. 2 – Desse ponto de vista, uma inteligência artificial não poderia ter inteligência no sentido espiritual? R: “Não. Ela apenas simula o que aprendeu com o trabalho human...

https://www.revistaespirita.net/pt-br/artigo/38/abortamento-espontaneo-espirito-desiste-de-nascer-por-medo

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https://www.revistaespirita.net/pt-br/artigo/20/espirito-de-rapaz-em-coma-se-comunica-em-reuniao-espirita

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Kardec e Popper:

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Anarquismo Metodológico - Filosofia da Ciência:

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Realismo X AntiRealismo

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Popper:

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Paradigma:

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Kardec:

 395. Podemos ter algumas revelações sobre nossas existências anteriores? “Nem sempre, contudo muitos sabem o que eles foram e o que faziam; se lhes fosse permitido dizer abertamente, fariam extraordinárias revelações sobre o passado.”  396. Algumas pessoas acreditam ter uma vaga recordação de um passado desconhecido que se apresenta a elas como a imagem fugitiva de um sonho, de que em vão se tenta lembrar. Essa ideia não seria apenas uma ilusão? “Algumas vezes é real, mas frequentemente também não passa de uma mera ilusão contra a qual o homem precisa se colocar em guarda, pois isso pode ser efeito de uma imaginação superexcitada.”  397. Nas existências corpóreas de uma natureza mais elevada do que a nossa, a lembrança das existências anteriores é mais precisa? “Sim, à medida que o corpo é menos material, recorda-se melhor. A recordação do passado é mais clara para aqueles que habitam os mundos de uma ordem superior.” OLE. 

EQM

Embora muitos julguem que a EQM (experiência de quase morte) é uma novidade, já é relatado na obra de Kardec casos do tipo. Vide:"Sua mulher, sua mãe, seus três filhos e outros parentes estavam reunidos em volta de sua cama; no momento em que a mulher tentava erguê-lo, ele caiu bruscamente, tornou-se de um azul lívido, os olhos fecharam-se, e foi dado por morto; a mulher colocou-se diante dele para ocultar esse espetáculo aos filhos. Depois de alguns minutos ele reabriu os olhos; seu rosto, por assim dizer iluminado, tomou uma expressão de radiosa beatitude, e ele exclamou: Oh! meus filhos, como é belo! Como é sublime! Oh! a morte! Que ventura! Que doce coisa! Eu estava morto, e senti minha alma se elevar bem alto, bem alto; mas Deus me permitiu voltar para vos dizer: “Não temais a morte, é a libertação...” O Céu e o Inferno ou a justiça divina segundo o Espiritismo > Segunda parte — Exemplos > Capítulo III - Espíritos em uma condição média > Sr. Cardon https://kardecpedi...

Estudo da Revista Espírita com nosso amigo Jones:

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 Kardecpedia.com  kardecpedia

Reunião de Espiritismo Prático 002 - Evocação

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Dialogador  — Você, em sua última existência, era judeu? Espírito  — Na minha penúltima, sim. Na minha última, tive uma encarnação mais calma. Dialogador  — Você foi judeu em qual país? Espírito  — Na Alemanha nacional-socialista da década de 30 do século passado. Dialogador  — Qual era o seu nome nessa existência, enquanto judeu? Espírito  — Amiel Goldberg. Dialogador  — Sofreu nos campos de concentração? Amiel Goldberg  — Sim, sofri demais. Ainda bem que essa época passou e hoje estou livre das amarras da matéria. Dialogador  — O sofrimento enquanto judeu, nos campos de concentração, foi uma prova ou expiação? Amiel Goldberg  — O meu sofrimento naquela época foi uma prova. O homem tem o livre-arbítrio de praticar o bem ou o mal. Mas cada um ali tinha uma história reencarnatória individual.  16.02.2026.

Reunião de Espiritismo Prático - 001

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Reunião de Espiritismo Prático 001 – Evocação e comunicações espontâneas de Espíritos relacionados à Segunda Guerra Mundial. “Estou cansado. Perdido. Não sei onde estou. Minha única lembrança é ter visto uma grande luz e ouvido um barulho estrondoso. No que me tornei? Vago por aí, sem rumo. Pode me dizer do que fui vítima?” Espírito em perturbação. "Está aqui para ser assistido e amparado. Passou por muita coisa durante suas últimas existências. Durante a antiguidade e a idade média, cometeste muitos crimes, que só foram pagos posteriormente." Espírito amigo.   "Por qual meio paguei meus crimes? Ainda não entendo bem a situação atual." Espírito em perturbação. "Sua última encarnação se findou de maneira rápida e quase instantânea. Se lembra de qual nacionalidade pertencia?." Espírito amigo.  "Fui um japonês durante o fim da segunda guerra, na cidade de Nagasaki, Estava perto do local onde a bomba caiu. Fui quase imediatamente evaporado. A maldade huma...

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Dezembro > Período de luta

   Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Dezembro > Período de  luta

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Dezembro > Período de luta

 " O primeiro período do Espiritismo, caracterizado pelas mesas girantes, foi o da curiosidade. O segundo foi o período filosófico, marcado pelo aparecimento do Livro dos Espíritos. Desde esse momento, o Espiritismo tomou um caráter completamente outro. Foram entrevistos o objetivo e a extensão, bebendo-se a fé e a consolação, e a rapidez de seu progresso foi tal que nenhuma outra doutrina filosófica ou religiosa oferece outro exemplo. Mas, como todas as ideias novas, ele teve adversários tanto mais encarniçados quanto maior era a ideia, porque nenhuma ideia grande pode estabelecer-se sem ferir interesses. É preciso que ela se estabeleça, e as pessoas deslocadas não podem vê-la com bons olhos. Depois, ao lado das pessoas interesseiras estão as que, por sistema e sem motivos precisos, são adversárias natas de tudo quanto é novo."  Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Dezembro > Período de  luta

Tentativas de criminalização do Espiritismo no Brasil:

 Tentativas de criminalização do Espiritismo no Brasil: 1 - Passagem da Monarquia para proclamação da Republica. Novo código penal. 2 - . Estado Novo (Getúlio Vargas).  3 - Pós modernismo: pós verdade. Decolonialismo. Acusações de racismo, machismo, etc. Debate identitário. 

O Livro dos Espíritos > Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos > Capítulo VII — Da volta do Espírito à vida corporal > Prelúdio da volta.

  O Livro dos Espíritos > Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos > Capítulo VII — Da volta do Espírito à vida corporal > Prelúdio da volta.

330. Sabem os Espíritos em que época reencarnarão? “Pressentem-na, como sucede ao cego que se aproxima do fogo. Sabem que têm de retomar um corpo, como sabeis que tendes de morrer um dia, mas ignorando quando isso se dará.” (166.)

  330.  Sabem os Espíritos em que época reencarnarão? “Pressentem-na, como sucede ao cego que se aproxima do fogo. Sabem que têm de retomar um corpo, como sabeis que tendes de morrer um dia, mas ignorando quando isso se dará.” (166.)

1010. O dogma da ressurreição da carne será a consagração da reencarnação ensinada pelos Espíritos?

  1010.   O dogma da ressurreição da carne será a consagração da reencarnação ensinada pelos Espíritos? “Como quereríeis que fosse de outro modo? Conforme sucede com tantas outras, essas palavras só parecem despropositadas, no entender de algumas pessoas, porque as tomam ao pé da letra. Levam, por isso, à incredulidade. Dai-lhes uma interpretação lógica e os que chamais livres pensadores as admitirão sem dificuldades, precisamente pela razão de que refletem. Porque, não vos enganeis, esses livres pensadores o que mais pedem e desejam é crer. Têm, como os outros, ou, talvez, mais que os outros, a sede do futuro, mas não podem admitir o que a Ciência desmente. A doutrina da pluralidade das existências é consentânea com a justiça de Deus; só ela explica o que, sem ela, é inexplicável. Como havíeis de pretender que o seu princípio não estivesse na própria religião?”

1010. O dogma da ressurreição da carne será a consagração da reencarnação ensinada pelos Espíritos? “Como quereríeis que fosse de outro modo? Conforme sucede com tantas outras, essas palavras só parecem despropositadas, no entender de algumas pessoas, porque as tomam ao pé da letra. Levam, por isso, à incredulidade. Dai-lhes uma interpretação lógica e os que chamais livres pensadores as admitirão sem dificuldades, precisamente pela razão de que refletem. Porque, não vos enganeis, esses livres pensadores o que mais pedem e desejam é crer. Têm, como os outros, ou, talvez, mais que os outros, a sede do futuro, mas não podem admitir o que a Ciência desmente. A doutrina da pluralidade das existências é consentânea com a justiça de Deus; só ela explica o que, sem ela, é inexplicável. Como havíeis de pretender que o seu princípio não estivesse na própria religião?” a) – Assim, pelo dogma da ressurreição da carne a própria Igreja ensina a doutrina da reencarnação? “É evidente. Ademais, essa doutrina decorre de muitas coisas que têm passado despercebidas e que dentro em pouco se compreenderão neste sentido. Reconhecer-se-á em breve que o Espiritismo ressalta a cada passo do próprio texto das Escrituras Sagradas. Os Espíritos, portanto, não vêm subverter a religião, como alguns o pretendem. Vêm, ao contrário, confirmá-la, sancioná-la por provas irrecusáveis. Como, porém, são chegados os tempos de não mais empregarem linguagem figurada, eles se exprimem sem alegorias e dão às coisas sentido claro e preciso, que não possa estar sujeito a qualquer interpretação falsa. Eis por que, daqui a algum tempo, será maior do que é hoje o número de pessoas sinceramente religiosas e crentes.” SÃO LUÍS. Efetivamente, a Ciência demonstra a impossibilidade da ressurreição, segundo a idéia vulgar. Se os despojos do corpo humano se conservassem homogêneos, embora dispersos e reduzidos a pó, ainda se conceberia que pudessem reunir-se em dado momento. As coisas, porém, não se passam assim. O corpo é formado de elementos diversos: o oxigênio, hidrogênio, azoto, carbono, etc. Pela decomposição, esses elementos se dispersam, mas para servir à formação de novos corpos, de tal sorte que uma mesma molécula, de carbono, por exemplo, terá entrado na composição de muitos milhares de corpos diferentes (falamos unicamente dos corpos humanos, sem ter em conta os dos animais); que um indivíduo tem talvez em seu corpo moléculas que já pertenceram a homens das primitivas idades do mundo; que essas mesmas moléculas orgânicas que absorveis nos alimentos provêm, possivelmente, do corpo de tal outro indivíduo que conhecestes e assim por diante. Existindo em quantidade definida a matéria e sendo indefinidas as suas combinações, como poderia cada um daqueles corpos reconstituir-se com os mesmos elementos? Há aí impossibilidade material. Racionalmente, pois, não se pode admitir a ressurreição da carne, senão como uma figura simbólica do fenômeno da reencarnação. E, então, nada mais há que aberre da razão, que esteja em contradição com os dados da Ciência. É exato que, segundo o dogma, essa ressurreição só no fim dos tempos se dará, ao passo que, segundo a doutrina espírita, ocorre todos os dias. Mas no quadro do julgamento final não haverá uma grande e bela imagem a ocultar, sob o véu da alegoria, uma dessas verdades imutáveis, acerca das quais deixará de haver céticos, desde que lhes seja restituída a verdadeira significação? Dignem-se de meditar a teoria espírita sobre o futuro das almas e sobre a sorte que lhes cabe, por efeito das diferentes provas que lhes cumpre sofrer, e verão que, exceção feita da simultaneidade, o juízo que as condena ou absolve não é uma ficção, como pensam os incrédulos. Notemos ainda que essa teoria é a conseqüência natural da pluralidade dos mundos, hoje perfeitamente admitida, enquanto que a doutrina do juízo final pressupõe que a Terra seja o único mundo habitado.

  1010.   O dogma da ressurreição da carne será a consagração da reencarnação ensinada pelos Espíritos? “Como quereríeis que fosse de outro modo? Conforme sucede com tantas outras, essas palavras só parecem despropositadas, no entender de algumas pessoas, porque as tomam ao pé da letra. Levam, por isso, à incredulidade. Dai-lhes uma interpretação lógica e os que chamais livres pensadores as admitirão sem dificuldades, precisamente pela razão de que refletem. Porque, não vos enganeis, esses livres pensadores o que mais pedem e desejam é crer. Têm, como os outros, ou, talvez, mais que os outros, a sede do futuro, mas não podem admitir o que a Ciência desmente. A doutrina da pluralidade das existências é consentânea com a justiça de Deus; só ela explica o que, sem ela, é inexplicável. Como havíeis de pretender que o seu princípio não estivesse na própria religião?” a) –  Assim, pelo dogma da ressurreição da carne a própria Igreja ensina a doutrina da reencarnação? “É evident...

O Livro dos Médiuns ou Guia dos médiuns e dos evocadores > Segunda parte — Das manifestações espíritas > Capítulo VIII — Do laboratório do mundo invisível

 " 14.ª. Os objetos que, pela vontade do Espírito, se tornam tangíveis, poderiam permanecer com esse caráter e tornarem-se de uso? “Isso poderia dar-se,  mas não se faz  . Está fora das leis.” O Livro dos Médiuns ou Guia dos médiuns e dos evocadores > Segunda parte — Das manifestações espíritas > Capítulo VIII — Do laboratório do mundo invisível

920. Pode o homem gozar de completa felicidade na Terra? “Não, pois a vida lhe foi dada como prova ou expiação. Dele, porém, depende a suavização de seus males e o ser tão feliz quanto possível na Terra.”

  920.  Pode o homem gozar de completa felicidade na Terra? “Não, pois a vida lhe foi dada como prova ou expiação. Dele, porém, depende a suavização de seus males e o ser tão feliz quanto possível na Terra.”

A vida humana é cópia da vida espiritual, e não a vida espiritual é cópia da vida humana. As pessoas invertem.

 A  vida humana é cópia da vida espiritual, e não a vida espiritual é cópia da vida humana. As pessoas invertem. É a ideia platônica, o mundo das formas que é reflexo imperfeito do mundo das ideias. Invertendo isso, o Espiritismo deixaria de ser Platônico, para se tornar materialista. Kardec diz na introdução de O ESE que Sócrates e Platão são precursores do Espiritismo.  Isso é confirmado por Mesmer: " O mundo dos Espíritos não é um  reflexo  do vosso; o vosso é que é uma imagem grosseira e muito imperfeita do reino de além-túmulo."  Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1865 > Maio > Sobre as criações fluídicas " A  vida   humana  é, pois, cópia da  vida   espiritual ; nela se nos deparam em ponto pequeno todas as peripécias da outra. Ora, se na  vida  terrena muitas vezes escolhemos duras provas, visando posição mais elevada, por que não haveria o Espírito, que enxerga mais longe que o corpo e para q...

KARDECPEDIA

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Kardecpedia

 Necessário cuidado com as traduções brasileiras. O ideal é comparar com o kardecpedia, pois há correções necessárias.

"PIETRO UBALDI

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 " PIETRO UBALDI Nasceu na Itália e acabou, graças a alguns mecenas, radicando- se no Brasil. Desenvolveu sua mediunidade à margem dos ditames espíritas. Não sei se ele chegou a estudar as obras kardequianas, se chegou não deve tê-las aceitado integralmente. Kardec nunca lhe foi um paradigma. Ele sempre quis voar mais alto. Tinha idéias próprias e não iria submeter-se à Codificação Espírita. Mas como o brasileiro é um eterno louvador do que vem de fora, Ubaldi em pouco tempo fez aqui grandes amigos espíritas, alguns destes até muito importantes dentro do nosso meio, o que lhe facilitou o seu percurso no Brasil. Certa vez, em Pedro Leopoldo-MG, chegou mesmo a sentar-se ao lado de Chico Xavier para psicografar uma mensagem. Sua linguagem mediúnica, porém, nunca teve a simplicidade e a claridade que vemos na linguagem xaveriana. Ficou por aí apresentando seus ensaios filosóficos que nada tinham com o Espiritismo autêntico. Sua preocupação, na verdade, sempre foi a de criar um movimen...

144. Como se opera a separação da alma e do corpo? É brusca ou gradual? O desprendimento opera-se gradualmente e com lentidão variável, segundo os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os laços que prendem a alma ao corpo não se rompem senão aos poucos, e tanto menos rapidamente quanto mais a vida foi material e sensual. (Ver O Livro dos Espíritos, questão 155.)

  144.   Como se opera a separação da alma e do corpo? É brusca ou gradual? O desprendimento opera-se gradualmente e com lentidão variável, segundo os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os laços que prendem a alma ao corpo não se rompem senão aos poucos, e tanto menos rapidamente quanto mais a vida foi material e sensual. (Ver  O Livro dos Espíritos , questão 155.)