A característica dominante da sexualidade é a função criadora.
"A característica dominante da sexualidade é a função criadora.
(...) nem todos os homossexuais masculinos são do tipo efeminado e passivo. Alguns, ao contrário, são perigosamente violentos e agressivos, a mais das vezes por questões de ciúmes e rivalidades.
A óbvia evidência de que o homossexualismo, difundido pelo mundo todo, sendo hoje quase que praticado às claras, sem constrangimentos ou inibições, não deixou de ser um desvio de comportamento.
(...) não há como evitar a caracterização das práticas homossexuais como desvios de comportamento.
Em outras palavras: o sexo não é uma instrumentação de prazer e sim um mecanismo reprodutor, ao qual o elemento prazer foi adicionado como estímulo à preservação das espécies.
Mesmo se admitindo a dificuldade de caracterizar com relativa precisão e nitidez os conceitos de normalidade e anormalidade no comportamento humano, e matizá-los com propriedade, não encontramos apoio científico ou doutrinário para considerar NORMAL a prática homossexual masculina ou feminina. É um comportamento anômalo, como assinalam os especialistas.
É evidente, portanto, que, por mais difundidas que sejam as práticas homossexuais e por maior que seja o respeito dedicado aos que se envolvem nelas, o homossexualismo é um comportamento delinquente, do ponto de vista espiritual, ainda que não entendido assim pela legislação humana.
E nisso estão de acordo Espíritos e cientistas encarnados que consideram a prática como 'ato sexual anômalo', em conflito com 'a lei magna' por pessoas de 'frágil estrutura psicológica', em 'precário equilíbrio emocional'.
O que caracteriza o homossexualismo como problema psicossomático, ou melhor, afetando, em conjunto, o dualismo corpo/espírito.
É, portanto, uma disfunção emocional que precisa ser convenientemente tratada, visando ao eventual retorno ao equilíbrio, à consolidação das estruturas psicológicas, ao respeito à lei magna, ao comportamento REGULAR, se é que desejamos evitar o termo NORMAL.
A visão espírita da problemática sexual, como um todo, e da homossexualidade, em particular, é, portanto, infinitamente mais abrangente, responsável e inteligente que a visão unilateral que se tem a partir de uma postura meramente organicista, biológica, material."
Hermínio C. Miranda, "Visão dualista do problema sexual". In: AMORIM, Deolindo. "O espiritismo e os problemas humanos". São Paulo: USE, 1985, pp. 163-184.

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