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Mostrando postagens de julho, 2026

OLE

OLE - DEUS - CAUSA PRIMEIRO DE TODAS AS COISAS. 

112. Criou Deus as almas iguais moral e intelectualmente, ou fê-las mais perfeitas e inteligentes umas que as outras? Se Deus as houvesse feito umas mais perfeitas que as outras, não conciliaria essa preferência com a justiça. Sendo todas as criaturas obra sua, por que dispensaria ele do trabalho umas, quando o impõe a outras para alcançarem a felicidade eterna? A desigualdade das almas em sua origem seria a negação da Justiça de Deus.

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    112. Criou Deus as almas iguais moral e intelectualmente, ou fê-las mais perfeitas e inteligentes umas que as outras? Se Deus as houvesse feito umas mais perfeitas que as outras, não conciliaria essa preferência com a justiça. Sendo todas as criaturas obra sua, por que dispensaria ele do trabalho umas, quando o impõe a outras para alcançarem a felicidade eterna? A desigualdade das almas em sua origem seria a negação da Justiça de Deus.

112. Criou Deus as almas iguais moral e intelectualmente, ou fê-las mais perfeitas e inteligentes umas que as outras? Se Deus as houvesse feito umas mais perfeitas que as outras, não conciliaria essa preferência com a justiça. Sendo todas as criaturas obra sua, por que dispensaria ele do trabalho umas, quando o impõe a outras para alcançarem a felicidade eterna? A desigualdade das almas em sua origem seria a negação da Justiça de Deus.

    112. Criou Deus as almas iguais moral e intelectualmente, ou fê-las mais perfeitas e inteligentes umas que as outras? Se Deus as houvesse feito umas mais perfeitas que as outras, não conciliaria essa preferência com a justiça. Sendo todas as criaturas obra sua, por que dispensaria ele do trabalho umas, quando o impõe a outras para alcançarem a felicidade eterna? A desigualdade das almas em sua origem seria a negação da Justiça de Deus.

Kardec

  112. Criou Deus as almas iguais moral e intelectualmente, ou fê-las mais perfeitas e inteligentes umas que as outras? Se Deus as houvesse feito umas mais perfeitas que as outras, não conciliaria essa preferência com a justiça. Sendo todas as criaturas obra sua, por que dispensaria ele do trabalho umas, quando o impõe a outras para alcançarem a felicidade eterna? A desigualdade das almas em sua origem seria a negação da Justiça de Deus. 113. Se as almas são criadas iguais, como explicar a diversidade de aptidões e predisposições naturais que notamos entre os homens na Terra? Essa diversidade é a consequência do progresso feito pela alma, antes da sua união ao corpo. As almas mais adiantadas, em inteligência e moralidade, são as que têm vivido mais e mais progredido antes de sua encarnação. 114. Qual o estado da alma em sua origem? As almas são criadas simples e ignorantes, isto é, sem ciência e sem conhecimento do bem e do mal, mas com igual aptidão para tudo. A princípio, encont...

Kardec

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  Da alma 108. Qual a sede da alma? A alma não está, como geralmente se crê, localizada num ponto particular do corpo; ela forma com o perispírito um conjunto fluídico, penetrável, assimilando-se ao corpo inteiro, com o qual ela constitui um ser complexo, do qual a morte não é, de alguma sorte, mais que um desdobramento . Podemos figuradamente supor dois corpos semelhantes na forma, um encaixado no outro, confundidos durante a vida e separados depois da morte. Nessa ocasião um deles é destruído, ao passo que o outro subsiste. Durante a vida a alma age mais especialmente sobre os órgãos do pensamento e do sentimento. Ela é, ao mesmo tempo, interna e externa, isto é, irradia exteriormente, podendo mesmo isolar-se do corpo, transportar-se ao longe e aí manifestar sua presença, como o provam a observação e os fenômenos sonambúlicos. 109. Será a alma criada ao mesmo tempo que o corpo, ou anteriormente a este? Depois da questão da existência da alma, é esta uma das questões mais capitai...

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1868 > Novembro > Epidemia na Ilha Maurícia

   Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1868 > Novembro > Epidemia na Ilha Maurícia

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Maio > Estudo sobre os possessos de Morzine

  Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Maio > Estudo sobre os  possessos   de   Morzine

Comunicação espontânea:

 "Uma coisa nos ocupa, por assim dizer, no mundo espiritual: a visão demasiadamente deísta que tem se instalado no meio espírita. Deus não é um agente do sobrenatural, mas não deixa de ser vosso Pai, vosso Pai amoroso e infinitamente benevolente. Não O olheis de modo distante, mas como alguém próximo, pois Ele irradia por toda parte. O universo está mergulhado na Divindade. Ele age por suas leis e pelos seus mensageiros." - Erasto

Animais ENCARNADOS em mundo superiores:

601. Os animais estão sujeitos, como o homem, a uma lei progressiva? “Sim; e daí vem que nos mundos superiores, onde os homens são mais adiantados, os animais também o são, dispondo de meios mais amplos de comunicação. São sempre, porém, inferiores ao homem e se lhe acham submetidos, tendo neles o homem servidores inteligentes.” Nada há nisso de extraordinário. Tomemos os nossos mais inteligentes animais, o cão, o elefante, o cavalo, e imaginemo-los dotados de uma conformação apropriada aos trabalhos manuais. Que não fariam sob a direção do homem? 602. Os animais progridem, como o homem, por ato da própria vontade, ou pela força das coisas? “Pela força das coisas, razão por que não estão sujeitos à expiação.” 603. Nos mundos superiores os animais conhecem a Deus? “Não. Para eles o homem é um deus, como outrora os Espíritos eram deuses para o homem.” 604. Se os animais, mesmo os aperfeiçoados, existentes nos mundos superiores, forem sempre inferiores ao homem, então Deus terá criado ser...

MEHEMET-ALI SEGUNDA COMUNICAÇÃO[1] 1. ─ Em nome de Deus Todo-Poderoso, peço ao Espírito de Mehemet-Ali que venha comunicar-se conosco. ─ Sim; sei a razão. 2. ─ Prometestes vir até nós, a fim de instruir-nos. Teríeis a bondade de ouvir-nos e de nos responder? ─ Não prometo, pois não assumi esse compromisso. 3. ─ Substituamos o prometestes por fizeste-nos esperar. ─ Quereis dizer: para satisfazer à vossa curiosidade. Não importa! Prestar-me-ei um pouco. 4. ─ Considerando-se que vivestes ao tempo dos faraós, poderíeis dizer-nos com que fim foram construídas as pirâmides? ─ São sepulcros; sepulcros e templos. Ali se davam grandes manifestações. 5. ─ Tinham elas também um objetivo científico? ─ Não. O interesse religioso absorvia tudo. 6. ─ Era necessário que os egípcios fossem muito adiantados nas artes mecânicas a fim de realizarem trabalhos que exigiam forças tão consideráveis. Poderíeis dar-nos uma ideia dos meios empregados? ─ Massas de homens gemeram sob o peso dessas pedras que atravessaram os séculos. A máquina era o homem. 7. ─ Que classe de homens eram ocupados nesses grandes trabalhos? ─ Aqueles a quem chamais de povo. 8. ─ Estava o povo em estado de escravidão ou recebia um salário? ─ A força. 9. ─ De onde tiravam os egípcios o gosto pelas coisas colossais, em vez das coisas graciosas que distinguiam os gregos, embora tivessem a mesma origem? ─ O egípcio era tocado pela grandeza de Deus. Procurava igualá-lo, superando suas próprias forças. Sempre o homem! 10. ─ Desde que naquela época éreis sacerdote, tende a bondade de nos dizer algo a respeito da religião dos egípcios. Qual era a crença do povo relativamente à Divindade? ─ Corrompidos, eles acreditavam em seus sacerdotes. Seus deuses eram aqueles que os mantinham sob o jugo. 11. ─ Que pensavam da alma após a morte? ─ Acreditavam no que diziam os sacerdotes. 12. ─ Sob o duplo ponto de vista de Deus e da alma, tinham os sacerdotes ideias mais sãs que o povo? ─ Sim. Eles tinham a luz em suas mãos e conquanto a escondessem dos outros, ainda a viam. 13. ─ Os grandes do Estado partilhavam das crenças do povo ou da dos sacerdotes? ─ Estavam entre as duas. 14. ─ Qual a origem do culto prestado aos animais? ─ Eles queriam desviar o homem de Deus e rebaixá-lo sob si próprio, dando-lhe como deuses seres inferiores. 15. ─ Até certo ponto compreende-se o culto dos animais úteis; mas não se compreende o de animais imundos e prejudiciais, como as serpentes, os crocodilos etc.! ─ O homem adora aquilo que teme. Era um jugo para o povo. Os sacerdotes não podiam crer em deuses feitos por suas mãos! 16. ─ Não é estranho que ao mesmo tempo que adoravam o crocodilo e os répteis, adorassem o ichneumon[2] e o íbis, que os destruíam? ─ Aberração do espírito. O homem procura deuses em toda parte para esconder o que é. 17. ─ Por que Osíris era representado com a cabeça de um gavião e Anúbis com a cabeça de um cão? ─ O egípcio gostava de personificar sob a forma de emblemas claros: Anúbis era bom; o gavião que estraçalha representava o cruel Osíris. 18. ─ Como conciliar o respeito dos egípcios pelos mortos com o seu desprezo e o horror que tinham por aqueles que os enterravam e mumificavam? ─ O cadáver era um instrumento de manifestações. Segundo pensavam, o Espírito voltava ao corpo que havia animado. Como um dos instrumentos do culto, o cadáver era sagrado e o desprezo perseguia aquele que ousava violar a santidade da morte. 19. ─ A conservação do corpo permitia maior quantidade de manifestações? ─ Mais longas, isto é, o Espírito voltava por mais tempo, desde que o instrumento fosse dócil. 20. ─ Não seria também a conservação dos corpos uma causa de salubridade, à vista da inundação do Nilo? ─ Sim, para os do povo. 21. ─ No Egito a iniciação aos mistérios era feita através de práticas tão rigorosas quanto na Grécia? ─ Ainda mais rigorosas. 22. ─ Com que fim eram impostas aos iniciados condições tão difíceis de preencher? ─ Para não haver senão almas superiores. Estas sabiam compreender e calar. 23. ─ O ensino dado nos mistérios tinha por fim único a revelação das coisas extra-humanas ou também eram ensinados os preceitos da moral e do amor ao próximo? ─ Tudo isto estava muito corrompido. O propósito dos sacerdotes era dominar e não instruir.

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"MEHEMET-ALI SEGUNDA COMUNICAÇÃO [1] 1. ─ Em nome de Deus Todo-Poderoso, peço ao Espírito de Mehemet-Ali que venha comunicar-se conosco. ─ Sim; sei a razão. 2. ─ Prometestes vir até nós, a fim de instruir-nos. Teríeis a bondade de ouvir-nos e de nos responder? ─ Não prometo, pois não assumi esse compromisso. 3. ─ Substituamos o prometestes por fizeste-nos esperar. ─ Quereis dizer: para satisfazer à vossa curiosidade. Não importa! Prestar-me-ei um pouco. 4. ─ Considerando-se que vivestes ao tempo dos faraós, poderíeis dizer-nos com que fim foram construídas as pirâmides? ─ São sepulcros; sepulcros e templos. Ali se davam grandes manifestações. 5. ─ Tinham elas também um objetivo científico? ─ Não. O interesse religioso absorvia tudo. 6. ─ Era necessário que os egípcios fossem muito adiantados nas artes mecânicas a fim de realizarem trabalhos que exigiam forças tão consideráveis. Poderíeis dar-nos uma ideia dos meios empregados? ─ Massas de homens gemeram sob o peso dessas pedras qu...