Michael Rockefeller:

O caso do descendente de europeus Michael Rockefeller é bem ilustrativo para mostrar como uma visão pós-moderna de mundo pode ser fatal. Ele desapareceu na região de Asmat, no sudoeste da Nova Guiné Holandesa, vítima de canibalismo por parte dos nativos. O interessante é que hoje já não se pode chamar tais “civilizações” de selvagens, como se fazia no século XIX. Aliás, agora nem mesmo se usa mais “índios”, mas “indígenas”, “nativo-americanos” ou sei lá qual termo será adotado no futuro. O Ocidente moderno parece gostar de mudar os termos utilizados a cada cinco anos. Antigamente, falava-se “negro” no Brasil; hoje, o próprio IBGE usa “preto”. Amanhã, será sei lá o quê. Os livros acabam precisando ser atualizados o tempo todo.

Se tais culturas podem ser desculpadas por isso, europeus e americanos criminosos que praticam esses atos também poderiam? Vivemos num mundo sem verdade, sem moral, sem beleza, sem sentido. Sem nada.

Comentários

  1. Outros casos semelhantes ocorreram pelo mundo na modernidade

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  2. A maioria das tribos indigenas do mundo pararam com a prática do canibalismo e da Antropofagia por influência do cristianismo nas sociedades

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