Kardec trabalhava a religião num sentido usual, de forma e de culto, e num sentido mais restrito de comunhão de pensamentos. No primeiro sentido, de culto exterior, o espiritismo não poderia ser uma religião. Mas uma ciência e filosofia de consequências morais.

 Kardec trabalhava a religião num sentido usual, de forma e de culto, e num sentido mais restrito de comunhão de pensamentos. No primeiro sentido, de culto exterior, o espiritismo não poderia ser uma religião. Mas uma ciência e filosofia de consequências morais.

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