O Céu e o Inferno:
Foi sorteada a evocação do Espírito apresentado em O Céu e o Inferno como
“Uma rainha de Oude” (Capítulo VII, Espíritos endurecidos).
(a Santo Agostinho e ao Espírito familiar) - É possível evocar o Espírito apresentado em O Céu e o Inferno como “Uma rainha de Oude”? “Sim, podem evocar.”
NOTA: Esta primeira resposta já foi transmitida por psicofonia.
Depois, foi feita a evocação.
“Oi.” Dialogador (...) – “Olá! Seja bem-vinda, irmã!”
“O que vocês querem de mim?”
Dialogador (...) – “Estamos conduzindo um estudo com os Espíritos que se comunicaram em O Céu e o Inferno e nós gostaríamos de perguntar para cada um como foram seus desenvolvimentos no mundo espiritual, quais têm sido suas ocupações desde aquela comunicação que ofereceram a Kardec; o que aconteceu com a irmã desde aquele momento?” “Eu já estou bem melhor, me sinto mais feliz; não sinto mais inveja daqueles que foram inferiores a mim na Terra, mas que, no mundo espiritual, são mais elevados do que eu. Estou mais liberta da influência da matéria.”
Dialogador (...) – “Excelente notícia! A irmã poderia talvez nos dizer que tipo de esforço foi feito para alcançar esse resultado?” “Foi meu anjo da guarda, ele me ajuda muito; também o contato com os Espíritos da obra da Codificação; me impressionaram bastante.
Dialogador (....) – “Desde aquela época, eles continuaram interagindo com você e te ajudando?” “Sim.”
Dialogadora (....) – “Queria comentar da importância de ouvir os conselhos dos bons Espíritos e desejar que sua jornada continue progredindo.” “Obrigada.”
Dialogador (....) - “E hoje, qual tem sido a sua ocupação?” “Eu me ocupo de estudar, refletir, ouvir bons conselhos para reencarnar novamente. Quero reencarnar novamente numa situação parecida, de riqueza, para ter a mesma prova, mas, dessa vez, se eu falhar, a punição será duas vezes mais grave.”
Dialogador (....) – “É interessante, porque o irmão nosso que esteve aqui na última reunião também nos disse que gostaria de repetir a prova pela qual foi exposto em O Céu e o Inferno.” “Eu poderia escolher reencarnar na pobreza para ter uma prova contrária, o que também seria útil, mas a minha verdadeira fraqueza está no orgulho e na vaidade. Dessa forma, só pela riqueza poderei realmente testar se já me desvencilhei desses vícios.”
Dialogador (....) – “Gostaria de perguntar se a irmã se lembra como foi seu desencarne, como se encontrou quando se viu desencarnada, o que aconteceu... Se pudesse, gostaria que repassasse o tempo desde o desencarne até hoje.” “Quando eu desencarnei, eu me vi em sofrimento, porque vi meus servos sendo superiores a mim e isso me causou grande inveja e feriu meu orgulho. Isso foi meu sofrimento, minha expiação, mas agora já estou melhor. Esses mesmos me perdoaram e me auxiliaram no meu progresso no mundo espiritual.”
Dialogador (...) – “Inicialmente deve ter tido muita dificuldade...”
“Certamente.” Dialogador (....) – “Demorou muito tempo para se libertar disso?” “Foi difícil.”
Dialogador (...) – “São os votos de todos nós que a sua encarnação seja bemsucedida e que todo esse tempo que passou aprendendo, se robustecendo com o apoio de nossos irmãos superiores lhe seja útil para que tenha mais sucesso na sua próxima prova. Muito obrigado por ter aceitado nosso convite!” “Obrigado! Adeus!”
NOTA: Na comunicação original publicada por Kardec, o Espírito não fazia referência a ver os seus servos em condição melhor no mundo espiritual. No entanto, era efetivamente uma monarca indiana que continuava tomada pelo orgulho e reclamando um tratamento de reverência à sua realeza, perdida com a desencarnação.

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