Pascal Lavic

 Foi sorteada a evocação do Espírito apresentado em O Céu e o Inferno sob o título “Pascal Lavic” (Capítulo IV, “Espíritos sofredores”). Tendo sido interrogados os Espíritos sobre a possibilidade da evocação, na presença de dois médiuns, obtiveram-se as seguintes respostas: “Podeis, claro.” Santo Agostinho “Sim, é possível.” 

NOTA: O segundo médium relatou que ouviu primeiro uma resposta “não”, depois um “sim”. 

Em seguida, obteve a seguinte comunicação: “Por vezes, o "não" é fruto da interferência de outro Espírito que deseja refrear sua mediunidade; esteja sempre atento a isso.” Em sua percepção, parecia ser Santo Agostinho dirigindo-lhe as respostas. O primeiro médium também relatou que isso costuma acontecer, sendo difícil distinguir qual a voz do anjo guardião. Ao fim das contas, entretanto, apenas o primeiro médium obteve uma comunicação assinada pelo Espírito evocado: 

“Eu me sinto em estado de renovação e quero dizer que sempre podeis evocar-me quando vós sentirdes que há necessidade de mim, pois quero aprender a ser melhor do que já fui. Peço orações de Agostinho a Deus por mim, e de vós. Bons amigos.” Pascal L. 

NOTA: Conforme o conteúdo originalmente publicado por Kardec, curto em extensão se comparado a outras mensagens da Parte Segunda do referido livro, Pascal Lavic havia desencarnado no mar, onde sofreu grave expiação. Embora sofredor naquele momento, porém, o Espírito mostrava certa lucidez e ansiava por ascender espiritualmente, sempre solicitando preces e dirigindo-se em súplicas a Deus e aos Espíritos superiores. A mensagem obtida na reunião guarda boa correspondência com o que se esperaria obter de uma nova comunicação de Pascal Lavic.

Comentários

Postagens mais visitadas