------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- A obra de Kardec fala da possibilidade de encarnados emancipados virem a Terra, mas não deixa claro se seria possível encarnados de dois mundos terem contato direto. Podemos ver o caso da emancipação na suposta comunicação de Mozart, que supostaria estaria encarnado em Júpiter, numa encarnação mais sútil: Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1859 > Maio > Música de além-túmulo > Mozart Sobre encontro de encarnados ele diz: "9. A substância etérea que existe entre os planetas é o fluido universal em questão? — Ele envolve os mundos. Sem o princípio vital, nada viveria. Se uma pessoa subisse além do envoltório fluídico dos globos, pereceria, porque seu envoltório fluídico dele se retiraria, para juntar-se à massa. Esse fluido vos anima. É ele que respirais." Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1858 > Junho > Teo...
Vejamos o que dizem os Espíritos: "Porás no cabeçalho do livro a cepa que te desenhamos, porque é o emblema do trabalho do Criador. Aí se acham reunidos todos os princípios materiais que melhor podem representar o corpo e o espírito. O corpo é a cepa; o espírito é o licor; a alma ou espírito ligado à matéria é o bago. O homem quintessencia o espírito pelo trabalho e tu sabes que só mediante o trabalho do corpo o espírito adquire conhecimentos". Esse emblema representa o trabalho do criador pois nele se encerra os dois princípios do universo: o espírito e a matéria, e sua união no ser humano. O corpo é a cepa (o ramo da videira). A alma (espírito encarnado) é o bago (as uvas dos cachos). O Espírito é o licor (o vinho). O ramo da videira retém o bago da mesma forma que o corpo retém a alma. A partir da destilação as uvas se transformam no vinho, passando por um processo de purificação. Da mesma forma, a alma através da morte passa também por uma transformação e se t...
Filosofia da Ciência e o Espiritismo Autor: Eric Pacheco 1. Primeira corrente: o positivismo lógico No positivismo lógico, as observações eram consideradas completamente puras. O raciocínio adotado era indutivo. Por exemplo: se observamos 50 cisnes brancos, concluímos que todos os cisnes são brancos. Raciocínio diferente da lógica que é dedutiva. 2. Karl Popper e o falsificacionismo Popper rejeita a ideia de observações puras, argumentando que elas partem sempre de teorias prévias. Não é possível construir uma teoria apenas com base em observações particulares, mas é possível refutar uma teoria geral com uma única observação singular. Por exemplo: para refutar a ideia de que todos os cisnes são brancos, basta encontrar um cisne preto — ou de qualquer outra cor. 3. A perspectiva de Kardec “Instruí-vos primeiramente pela teoria, lede e meditai as obras que tratam dessa ciência; nelas aprendereis os princípios, encontrareis a descrição de todos os fenômenos, compreendereis a possibi...
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