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18. Penetrará o homem um dia o mistério das coisas que lhe estão ocultas? “O véu se levanta a seus olhos, à medida que ele se depura; mas, para compreender certas coisas, são-lhe precisas faculdades que ainda não possui.”

  18. Penetrará o homem um dia o mistério das coisas que lhe estão ocultas? “O véu se levanta a seus olhos, à medida que ele se depura; mas, para compreender certas coisas, são-lhe precisas faculdades que ainda não possui.” OLE.

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1858 > Abril > Palestras familiares de além-túmulo > Bernard Palissy (9 de março de 1858) > Estado moral dos habitantes

 " 71 ─ Há ricos e pobres? Por outras palavras: há homens que vivem na abundância e no supérfluo e outros a quem falta o necessário? ─ Não. Todos são irmãos. Se um possuísse mais do que o outro, com esse repartiria; não seria feliz quando seu irmão fosse necessitado. 72. ─ De acordo com isso, as fortunas de todos seriam iguais? ─ Eu não disse que todos são igualmente ricos. Perguntaste se haveria gente com o supérfluo enquanto a outros faltasse o necessário. 73. ─ As duas respostas se nos afiguram contraditórias. Pedimos que estabeleças a concordância. ─ A ninguém falta o necessário; ninguém tem o supérfluo. Por outras palavras, a fortuna de cada um está em relação com a sua condição. Estais satisfeito? 74. ─ Agora compreendemos. Mas te perguntamos, entretanto, se aquele que tem menos não é infeliz em relação àquele que tem mais? ─ Ele não pode sentir-se infeliz, se não é invejoso nem ciumento. A inveja e o ciúme produzem mais infelizes que a miséria. 75. ─ Em que consiste a rique...

152. Que prova podemos ter da individualidade da alma depois da morte? “Não tendes essa prova nas comunicações que recebeis? Se não fôsseis cegos, veríeis; se não fôsseis surdos, ouviríeis; pois que muito amiúde uma voz vos fala, reveladora da existência de um ser fora de vós.”

  152. Que prova podemos ter da individualidade da alma depois da morte? “Não tendes essa prova nas comunicações que recebeis? Se não fôsseis cegos, veríeis; se não fôsseis surdos, ouviríeis; pois que muito amiúde uma voz vos fala, reveladora da existência de um ser fora de vós.” OLE.

150. A alma, após a morte, conserva a sua individualidade? “Sim; jamais a perde. Que seria ela, se não a conservasse?”

  150. A alma, após a morte, conserva a sua individualidade? “Sim; jamais a perde. Que seria ela, se não a conservasse?”

149. Que sucede à alma no instante da morte? “Volta a ser Espírito, isto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente.”

  149. Que sucede à alma no instante da morte? “Volta a ser Espírito, isto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente.”

Evocação:

"A mediunidade não é totalmente absoluta nem totalmente inexistente. Há graus do médium no sentido geral até o médium ostensivo. Alguns veem uma vez na vida. Outros veem duas. Outros, mais raros, tem a visão constante." Erasto. "Meu corpo imóvel. Meu cérebro ficará dormente. Mas minhas faculdades continuarão. Progredi nessa vida, embora não tivesse lá muita certeza do porvir. Tinha vaga ideia. Amo muito minha esposa." L. S. "Fui levado pela corrente. Ainda me imagino no fundo da água. Não tive tempo de entender o que aconteceu? Vivo ou morro?! O nepal é um terra sagrada. Nunca esperei que dessa tranquilidade do interior pudesse emergir tanto sofrimento. São as convulsões físicas e morais que sacodem a humanidade numa nova direção." Espírito em sofrimento. 

Adrien - Comunicação:

"A visão constante dos Espíritos é uma grande provação. Embora fosse uma grande prova da imortalidade da alma, era também um peso, pois nunca estava sozinho, não tinha privacidade. Mas isso me elevou mais ainda, pois me purifiquei profundamente." Adrien. Comunicação em 2026. Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1858 > Dezembro > Adrien, médium vidente