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Mostrando postagens de fevereiro, 2026

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Kardec:

GES

80. A criação dos Espíritos é permanente, ou só se deu na origem dos tempos? “É permanente. Quer dizer: Deus jamais deixou de criar.”

76. Que definição se pode dar dos Espíritos?

Franz Kafka:

Kardec:

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Kardec: o culto à pobreza? Terceiro Mundo, Brasil

Herculano Pires:

Instruções práticas sobre as manifestações espíritas > Vocabulário espírita > Psicologia

Filosofia da Ciência:

Sobre o paradoxo de Fermi:

LM

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Arqueofuturismo:

145. Qual a situação da alma imediatamente depois da morte do corpo? Tem ela instantaneamente a consciência de si? Em uma palavra, que vê? Que experimenta ela? No momento da morte, tudo se apresenta confuso; é-lhe preciso algum tempo para se reconhecer; ela conserva-se tonta, no estado do homem que sai de profundo sono e que procura compreender a sua situação. A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam, à medida que se destrói a influência da matéria de que ela acaba de separar-se, e que se dissipa o nevoeiro que lhe obscurece os pensamentos. O tempo da perturbação, sequente à morte, é muito variável; pode ser de algumas horas somente, como de muitos dias, meses ou, mesmo, de muitos anos. É menos longa, entretanto, para aqueles que, quando vivos, se identificaram com o seu estado futuro, porque esses compreendem imediatamente a sua situação; porém, é tanto mais longa quanto mais materialmente o indivíduo viveu.

144. Como se opera a separação da alma e do corpo? É brusca ou gradual? O desprendimento opera-se gradualmente e com lentidão variável, segundo os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os laços que prendem a alma ao corpo não se rompem senão aos poucos, e tanto menos rapidamente quanto mais a vida foi material e sensual. (Ver O Livro dos Espíritos, questão 155.)

Sobre a mediunidade:

Do ponto de vista das questões atuais referentes à filosofia da mente:

https://www.revistaespirita.net/pt-br/artigo/38/abortamento-espontaneo-espirito-desiste-de-nascer-por-medo

https://www.revistaespirita.net/pt-br/artigo/20/espirito-de-rapaz-em-coma-se-comunica-em-reuniao-espirita

Kardec e Popper:

Anarquismo Metodológico - Filosofia da Ciência:

Realismo X AntiRealismo

Popper:

Paradigma:

Kardec:

EQM

Estudo da Revista Espírita com nosso amigo Jones:

Reunião de Espiritismo Prático 002 - Evocação

Reunião de Espiritismo Prático - 001

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Dezembro > Período de luta

Revista espírita — Jornal de estudos psicológicos — 1863 > Dezembro > Período de luta

Tentativas de criminalização do Espiritismo no Brasil:

O Livro dos Espíritos > Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos > Capítulo VII — Da volta do Espírito à vida corporal > Prelúdio da volta.

330. Sabem os Espíritos em que época reencarnarão? “Pressentem-na, como sucede ao cego que se aproxima do fogo. Sabem que têm de retomar um corpo, como sabeis que tendes de morrer um dia, mas ignorando quando isso se dará.” (166.)

1010. O dogma da ressurreição da carne será a consagração da reencarnação ensinada pelos Espíritos?

1010. O dogma da ressurreição da carne será a consagração da reencarnação ensinada pelos Espíritos? “Como quereríeis que fosse de outro modo? Conforme sucede com tantas outras, essas palavras só parecem despropositadas, no entender de algumas pessoas, porque as tomam ao pé da letra. Levam, por isso, à incredulidade. Dai-lhes uma interpretação lógica e os que chamais livres pensadores as admitirão sem dificuldades, precisamente pela razão de que refletem. Porque, não vos enganeis, esses livres pensadores o que mais pedem e desejam é crer. Têm, como os outros, ou, talvez, mais que os outros, a sede do futuro, mas não podem admitir o que a Ciência desmente. A doutrina da pluralidade das existências é consentânea com a justiça de Deus; só ela explica o que, sem ela, é inexplicável. Como havíeis de pretender que o seu princípio não estivesse na própria religião?” a) – Assim, pelo dogma da ressurreição da carne a própria Igreja ensina a doutrina da reencarnação? “É evidente. Ademais, essa doutrina decorre de muitas coisas que têm passado despercebidas e que dentro em pouco se compreenderão neste sentido. Reconhecer-se-á em breve que o Espiritismo ressalta a cada passo do próprio texto das Escrituras Sagradas. Os Espíritos, portanto, não vêm subverter a religião, como alguns o pretendem. Vêm, ao contrário, confirmá-la, sancioná-la por provas irrecusáveis. Como, porém, são chegados os tempos de não mais empregarem linguagem figurada, eles se exprimem sem alegorias e dão às coisas sentido claro e preciso, que não possa estar sujeito a qualquer interpretação falsa. Eis por que, daqui a algum tempo, será maior do que é hoje o número de pessoas sinceramente religiosas e crentes.” SÃO LUÍS. Efetivamente, a Ciência demonstra a impossibilidade da ressurreição, segundo a idéia vulgar. Se os despojos do corpo humano se conservassem homogêneos, embora dispersos e reduzidos a pó, ainda se conceberia que pudessem reunir-se em dado momento. As coisas, porém, não se passam assim. O corpo é formado de elementos diversos: o oxigênio, hidrogênio, azoto, carbono, etc. Pela decomposição, esses elementos se dispersam, mas para servir à formação de novos corpos, de tal sorte que uma mesma molécula, de carbono, por exemplo, terá entrado na composição de muitos milhares de corpos diferentes (falamos unicamente dos corpos humanos, sem ter em conta os dos animais); que um indivíduo tem talvez em seu corpo moléculas que já pertenceram a homens das primitivas idades do mundo; que essas mesmas moléculas orgânicas que absorveis nos alimentos provêm, possivelmente, do corpo de tal outro indivíduo que conhecestes e assim por diante. Existindo em quantidade definida a matéria e sendo indefinidas as suas combinações, como poderia cada um daqueles corpos reconstituir-se com os mesmos elementos? Há aí impossibilidade material. Racionalmente, pois, não se pode admitir a ressurreição da carne, senão como uma figura simbólica do fenômeno da reencarnação. E, então, nada mais há que aberre da razão, que esteja em contradição com os dados da Ciência. É exato que, segundo o dogma, essa ressurreição só no fim dos tempos se dará, ao passo que, segundo a doutrina espírita, ocorre todos os dias. Mas no quadro do julgamento final não haverá uma grande e bela imagem a ocultar, sob o véu da alegoria, uma dessas verdades imutáveis, acerca das quais deixará de haver céticos, desde que lhes seja restituída a verdadeira significação? Dignem-se de meditar a teoria espírita sobre o futuro das almas e sobre a sorte que lhes cabe, por efeito das diferentes provas que lhes cumpre sofrer, e verão que, exceção feita da simultaneidade, o juízo que as condena ou absolve não é uma ficção, como pensam os incrédulos. Notemos ainda que essa teoria é a conseqüência natural da pluralidade dos mundos, hoje perfeitamente admitida, enquanto que a doutrina do juízo final pressupõe que a Terra seja o único mundo habitado.

O Livro dos Médiuns ou Guia dos médiuns e dos evocadores > Segunda parte — Das manifestações espíritas > Capítulo VIII — Do laboratório do mundo invisível

920. Pode o homem gozar de completa felicidade na Terra? “Não, pois a vida lhe foi dada como prova ou expiação. Dele, porém, depende a suavização de seus males e o ser tão feliz quanto possível na Terra.”

A vida humana é cópia da vida espiritual, e não a vida espiritual é cópia da vida humana. As pessoas invertem.

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"PIETRO UBALDI

144. Como se opera a separação da alma e do corpo? É brusca ou gradual? O desprendimento opera-se gradualmente e com lentidão variável, segundo os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os laços que prendem a alma ao corpo não se rompem senão aos poucos, e tanto menos rapidamente quanto mais a vida foi material e sensual. (Ver O Livro dos Espíritos, questão 155.)