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O Espiritismo é contra o Divórcio.

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O Espiritismo é contra o Divórcio. Ele defende que haja uma lei humana que permita que as pessoas possam sair do contrato do casamento, mas é contra moralmente. Vide: "Nas condições ordinárias do casamento, a lei de amor é tida em consideração? De modo nenhum. Não se leva em conta a afeição de dois seres que, por sentimentos recíprocos, se atraem um para o outro, visto que, as mais das vezes, essa afeição é rompida. O de que se cogita, não é da satisfação do coração e sim da do orgulho, da vaidade, da cupidez, numa palavra: de todos os interesses materiais. Quando tudo vai pelo melhor consoante esses interesses, diz-se que o casamento é de conveniência e, quando as bolsas estão bem aquinhoadas, diz-se que os esposos igualmente o são e muito felizes hão de ser." FONTE: O Evangelho segundo o Espiritismo > Capítulo XXII — Não separareis o que Deus juntou > Indissolubilidade do casamento. "5. O divórcio é lei humana que tem por objeto separar legalmente o que já, de fa...

Hedonismo:

"Cada uma das doutrinas que concordam na determinação do prazer como o bem supremo, finalidade e fundamento da vida moral, embora se afastem no momento de explicitar o conteúdo e as características da plena fruição, assim como os meios para obtê-la." O Espiritismo nos convida a não cair nos excessos e nos prazeres materiais excessivos. 

Kardec e Religiões Afro:

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 Pergunta-se: pode-se comunicar um preto velho no centro espírita? R: Pode haver comunicação com assinaturas como Pai João de Minas, Pai João de Angola, etc. Mas não poderia haver uma comunicação com a ritualística da umbanda, sem ser um caso de fascinação, como por exemplo uso de cachimbo, bengala, etc.  A umbanda, o candomblé são religiões lindas, mas não deve-se misturar duas coisas diferentes. 

Estoicismo e Espiritismo:

Estoicismo e Espiritismo: O estoicismo é uma Filosofia fundada por    Zenão de Cítio . Teve como nomes pensadores como  Sêneca ,  Epiteto  (um escravo aleijado) e o imperador Marco Aurélio.  Pragava a virtude como caminho para a felicidade. A temperança com relação aos prazeres materiais. Nesse sentido se relaciona bastante com o espiritismo. Principalmente pela maneira como encaravam o sofrimento: "não é o que acontece com você, mas é como você reage que importa." Mudar o que se pode mudar e se resignar com o que não se pode mudar. É um pensamento bem semelhante ao que se vê no capítulo 5, de O Evangelho Segundo O Espiritismo, Bem aventados os aflitos, onde se fala do bem e mal sofrer. Vide:  " Quando o Cristo disse: “Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhes pertence”, não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos os que se encontram na Terra, quer ocupem tronos, quer jazam sobre a palha. Mas, ah! poucos sofrem bem; pouc...

Deve-se sair de um centro anti doutrinário?

 Depende. Pode-se ficar e ajudar falando de Kardec, trazendo as pessoas para o real espiritismo. Mas deve-se sempre ter prudência. Falar com caridade, sem apontar dedos e colocar nomes dentro do centro. 

Crítica:

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Na acepção moderna crítica é sempre algo negativo. Contudo, no sentido original, não era assim:  "É somente por extensão que a palavra criticar se tornou sinônima de censurar; em sua acepção própria e segundo a etimologia, ela significa julgar, apreciar. A crítica pode, pois, ser aprobativa ou desaprobativa." FONTE: O que é o Espiritismo? > Capítulo I — Pequena conferência espírita > Primeiro diálogo. — O crítico. Deve-se criticar, mas deve-se ver qual a intenção de quem critica. Levar em consideração a caridade:  "O reproche lançado à conduta de outrem pode obedecer a dois móveis: reprimir o mal, ou desacreditar a pessoa cujos atos se criticam. Não tem escusa nunca este último propósito, porquanto, no caso, então, só há maledicência e maldade. O primeiro pode ser louvável e constitui mesmo, em certas ocasiões, um dever, porque um bem deverá daí resultar, e porque, a não ser assim, jamais, na sociedade, se reprimiria o mal. Não cumpre, aliás, ao homem auxiliar o pr...

Crime e Castigo: Fiódor Dostoiévski

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Recomendação:  Essa obra trás uma visão de crime e castigo muito parecida com a visão doutrinária sobre esse tema. Onde o próprio protagonista passa a sofrer um inferno interior por conta da própria culpa que o consome. Vale a pena a leitura.