O rustenismo:

 O rustenismo acreditava que Jesus era um espírito que apenas aparentou sofrer, chegando a enganar até mesmo sua própria mãe. Também defendia a ideia da retrogradação para formas de vida inferiores, descritas em seus escritos como "criptógamos carnudos" (semelhantes a lesmas mutantes). Além disso, flertava com uma interpretação mais biblicista, aproximando-se da noção de penas eternas. Nessa visão, o espírito puro que não seguisse a linha reta permaneceria marcado para sempre, diferentemente daquele que a seguisse. Acreditava que era possível progredir em linha reta sem reencarnar, sem a reencarnação apenas um tipo de punição docestista gnóstica. Na visão gnóstica a matéria é sempre ruim. 

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